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Por Latoya Guimarães*

 

As resoluções da I Conferência Nacional de Juventude deram visibilidade às diversidades que compõe as identidades juvenis. O conjunto das propostas debatidas e aprovadas nos grupos de trabalhos, no momento interativo e na plenária final refletem as aspirações e bandeiras de luta das juventudes brasileiras.

 

Para as jovens feministas foi um espaço estratégico para  por a mesa a luta  pela legalização do aborto e a garantia dos  direitos sexuais e direitos reprodutivos  das jovens mulheres. 

 

È importante resgatar que a Articulação Brasileira de Jovens Feministas cumpriu um papel fundamental na organização política das jovens mulheres rumo à I Conferência Nacional de Juventudes, realizou o I Encontro Nacional de Jovens Feministas e a conferência livre de Jovens Mulheres que se constituíram num importante espaço de construção de diálogos e agenda das mulheres jovens,  garantindo a representação das jovens mulheres nas comissões organizadoras das conferências  e fazendo o acompanhamento das etapas preparatórias municipais, regionais e estaduais da Conferência de juventude.

 

Fomos para a Conferencia de Juventude com nossa bandeira erguida, escancarada, levantamos a bandeira pela “LEGALIZAÇÃO DO ABORTO”. Somos a favor da vida por isso lutamos pela legalização do aborto para que assim as jovens mulheres deixem de sofrer com as humilhações e maus-tratos no sistema público de saúde, e para que as mulheres deixem de morrer por abortos mal realizados.

 

A criminalização do aborto não diminui sua prática e tão menos tem contribuído para reduzir os altos índices de mortalidade materna. No Brasil, dados oficiais do Ministério da Saúde denunciam que: por ano um milhão de mulheres morrem vitimas de aborto mal sucedidos. Isso está relacionado com  a vidas das nossas  jovens, são as jovens negra, jovens pobre, jovens mulheres que estão morrendo, então, precisamos fazer algo para evitar essas mortes. Não podemos cruzar os braços e fingir que nada acontece, enquanto, do nosso lado tem uma de nós agonizando, sofrendo nos corredores dos hospitais sem receber atendimento médico humanizado, sendo colocadas num quarto escuro, sujo e solitário de uma clinica clandestina tendo seu útero perfurado por algum objeto pontiagudo sem anestesia, sem apoio psicológico, solitária.

O  aborto é uma questão de saúde pública dos mais graves no Brasil e, como tal, exige políticas públicas que assegurem o direito das mulheres à vida, ao  Estado laico e democrático de direito. Cabe ao estado garantir que a interrupção da gravidez seja realizada com assistência  médica e condições adequada. O aborto é um direito das mulheres que para ser garantido precisa contar com a solidariedade e humanidade de todas e todos, por isso lutamos e temos urgência na votação e  aprovação do PL 1135/1991, que prevê a descriminalização das mulheres e profissionais de saúde que praticam o aborto. 

 

 

* Artigo escrito especialmente para o Diálogo Jovem

por Camila Galdino e Beatriz Caitana

Jovens negros e negras participaram de um importante e histórico diálogo como o Ministro Edson Santos da SEPPIR – Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Danilo Moreira - Presidente do Conselho Nacional de Juventude e Giovan Harvay  da Subsecretaria de Polícias de Ações Afirmativas da SEPPIR.

 O presidente do CNJ – Conselho Nacional de Juventude, iniciou falando da importância da parceria entre a Secretaria Nacional de Juventude – SNJ e a SEPPIR para a ser a concretização da Consulta Nacional com povos tradicionais. Realizada em Brasília, a consulta foi um marco histórico, reunindo 58 representantes de comunidades indígenas, de ciganos, quilombolas, ribeirinhos e jovens de mais 15 tipos de comunidades quilombolas, pesqueiras, indígenas, caiçaras, ciganos e outras comunidades tradicionais do país, os quais discutiram sobre questões que preocupam a juventude.

Na seqüência, o Subsecretário Giovan Harvay, apresentou as ações desenvolvidas pela SEPPIR para e com a juventude negra em específico, mas ressaltou a importância das ações para os jovens de outras comunidades tradicionais. O ministro Edson Santos, destacou a importância da SEPPIR como secretaria especial, isto permite que esta seja transversal  e dialogue com os demais ministérios. Reforçou a luta quilombola e as lutas histórias pelos direitos dessa comunidade e o direito a terra. O ministro também falou da importância da subsecretaria articular esforços para alcançar novas conquistas, como por exemplo, a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, que consolida os direitos da população negra e aponta as obrigações do Estado. Para isto, Edson Santos, reforça a importância da mobilização de todos para a aprovação do estatuto.  O ministro também destacou a articulação da SEPPIR para a inserção do tema juventude negra nos programas de governo.

Por Camila Galdino, enviada especial do Diálogo Jovem para a Conferência*

A descriminalização e a legalização do Aborto foram os temas principais do Grupo de Trabalho sobre Mulheres Jovens na I Conferência Nacional de Juventude. Segundo Andréia Augusta, membra da Articulação Brasileira de Jovens Feministas, o aborto é uma questão de saúde pública, “devemos lutar não só pela descriminalização e legalização do Aborto, mas principalmente pela melhoria da Educação”.

O Brasil é responsável por 1 milhão de interrupções de gravidez de forma insegura a cada ano. Estudos revelam que a média brasileira no ano passado foi de 2,07 abortos induzidos por grupo de 100 mulheres. O problema é mais grave na Região Nordeste, região na qual a taxa é de 2,73, maior que a média nacional.  “A presença marcante de ideologias religiosas na Região Nordeste nos impede de avançar na discussão sobre o Aborto”, contextualiza Camila Silveira do Coletivo de Instituto da Juventude Contemporânea. A Região Sul foi a que apresentou a menor taxa, de 1,28 por 100 mulheres.

Andréia Augusta afirma também que a prática do aborto, na maioria das vezes, é recorrente de uma série de condições e situações sociais que atingem a vida das mulheres, boa parte dessas são jovens negras e de periferias. “A gente tem que pensar que o código civil brasileiro penaliza não a ação, mas sim a mulher, quando eu assumo uma posição de ser a favor da legalização e descriminalização do Aborto, eu afirmo que toda e qualquer mulher deve ter o direito de decidir sobre o seu corpo, sem levar em conta a religião, sem levar em conta todas as imposições que o Estado lança sobre nós mulheres”, explica.

 

Para Elisiane Pasini, da ONG Themis, é fundamental compreender, de fato, a liberdade sobre os nossos corpos e o significado dos nossos Direitos Sexuais e Reprodutivos. Ela afirma que a discussão sobre o Aborto envolve muito mais que apenas o direito de escolha, a temática perpassa por temas como política, cultura, cidadania e além de ser uma questão de saúde e educação.

 * A ida da repórter à Conferência contou com o apoio da Fundação Friedrich Ebert

 

Por Camila Florêncio e Camila Galdino

50 jovens provenientes de vários estados do Brasil participaram em Brasília, nos dias 26 e 27 de abril, do Encontro de Jovens Comunicadoras e Comunicadores que farão a cobertura da 1ª Conferência Nacional de Políticas para a Juventude. A Atividade foi  promovida pela Revista Viração em parceria com a ONG Catavento Educação e Comunicação, Ciranda - Central de Notícias , Fundação Friedrich Ebert e a Fundação Athos Bulcão.
O primeiro dia de trabalho dessa galera foi marcado por uma importante discussão sobre as pautas das políticas públicas de comunicação no Brasil. Um dos focos de discussão foi as lacunas existentes entre a mídia e a democracia. Para Carol Ribeiro do Intervozes, é necessário se construir uma base social em relação à comunicação no Brasil.  Isso porque o modelo de apresentação de mídias públicas é caracterizado pelo controle de oligarquias políticas regionais e pela concentração do poder nas mãos de poucos grupos controladores do espectro de freqüências.Carol do Intervozes
De acordo com Carol, o excesso de intervenção estatal na TV pública não garante a democracia e regionalidade. Ao invés disso, o governo centraliza suas verbas de campanhas em grandes veículos de comunicação, as quais poderiam ser utilizadas em veículos de mídia alternativa, como rádios comunitárias. Veículos que garantem vez e voz a essa diversidade de público existente, muitas vezes estigmatizados pela grande mídia, e que necessitam ser fortalecidos.

Diante dessa problemática se destaca a violação dos Direitos Humanos, principalmente no que diz respeito à imagem das mulheres, em especial as jovens. Um grande exemplo é a exploração do corpo da mulher como produto pela publicidade e propaganda, uma forma de violência que se manifesta tão sutilmente que, às vezes, não a identificamos como tal.

A ausência de um controle público efetivo a esse tipo de programação e conteúdo leva os movimentos de comunicação e movimento feminista a um constante questionamento sobre os limites da liberdade de imprensa. Já que o programa deveria ser para todos e “garantir o nosso direito à comunicação,  aquele que  discutimos de igual para igual.”, diz Carol.

Importante dizer que a mobilização dos movimentos sociais e o diálogo com o poder público tem surtido algum resultado em relação aos meios de comunicação. Exemplos disso são o edital de financiamento a comitês de acompanhamento dos conteúdos exibidos pelos meios de comunicação, criados pela Secretaria nacional de Políticas públicas para as Mulheres e o grupo de comunicação social responsável por executarem denúncias e as levarem ao Ministério Público.

Saiba mais sobre a reunião:  Cobertura da Revista Viração

Resultados do encontro

 

No I Encontro Nacional de Jovens Feministas, as 100 participantes aprovaram estratégias importantes da Articulação Brasileira de Jovens Feministas, entre elas: a eleição de 11 facilitadoras nacionais, demandas regionais, uma agenda nacional e a carta de princípios da articulação. Abaixo trecho da carta e em anexo a postamos  na íntegra!

A Articulação Brasileira de Jovens Feministas é uma rede constituída por mulheres jovens independentes, de organizações e movimentos: negras, lésbicas, indígenas, quilombolas, rurais, da periferia, sindicalistas e de populações tradicionais e provenientes de diferentes regiões do Brasil.

Tem um caráter democrático, suprapartidário, anti-capitalista, anti-racista, antipatriarcal,

anti-lesbofóbico, não sexista, não adultocêntrico, não confessional, não hierárquico e não governamental.

Surge a partir da percepção de que as mulheres jovens possuem especificidades que devem ser visibilizadas nos movimentos feministas e de juventudes.

Constitui-se como espaço importante de diálogo e empoderamento das mulheres jovens, sobretudo o fortalecimento à participação política e cidadã, defesa dos direitos humanos e dos direitos sexuais e reprodutivos como direitos humanos, reafirmando acordos e tratados ratificados pelo Brasil.

Acesse na íntegra a Carta-de-principios-de-articulacao-brasileira-de-jovens-feministas

 

 

 

 

No último dia do I Encontro Nacional de Jovens Feministas ocorreu a Conferência Livre de Mulheres Jovens e contou com a participação de aproximadamente 5o mulheres jovens de todo o Brasil.

Na atividade, organizada pela Articulação Brasileira de Jovens Feministas em parceria com a UNE e a Marcha Mundial das Mulheres,  foram discutidas as prioridades em políticas públicas para as mulheres jovens em saúde, educação, meio ambiente, violência, trabalho, cultura e meios de comunicação.

Por que falar de mulheres jovens?

Ao analisarmos a situação das mulheres jovens brasileiras percebe-se que uma parcela significativa dessa população, hoje aproximadamente 25 milhões de pessoas no Brasil, tem sido submetida a diferentes situações de violações de direitos fundamentais.  Por exemplo:  as mulheres jovens e afrodescendentes, de 15 a 25 anos, são a maioria das mulheres traficadas, de acordo com a Pesquisa Nacional sobre Tráfico de Mulheres feita em 2002. Na área da saúde, no caso da epidemia da Aids, para cada jovem, entre 14 e 19 anos, com Aids, já existem duas meninas infectadas pelo HIV. Na população em geral, essa relação é inversa: 1,8 homem para cada mulher. Outro dado gritante de desigualdade em relação as mulheres negras jovens está no mercado de trabalho em que a mão de obra formada pelas mulheres negras e com menos de 30 anos é a força de trabalho mais discriminada e marginalizada pelas empresas brasileiras; Mulheres negras estão em maior número nos empregos mais precários; Cerca de 71% das mulheres negras estão nas ocupações precárias e informais; contra 54% das mulheres brancas e 48% dos homens brancos.

 Trecho retirado do relatório da Conferência. Veja  documento completo com as demandas discutidas na Conferência Livre das Mulheres Jovens

Confira alguns momentos da Conferência:

Jovens da Marcha Mundial de Mulheres  

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Participantes da Conferência

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Ainda essa semana você poderá acessar aqui, no Diálogo Jovem, todas as informações sobre o I Encontro Nacional de Jovens Feministas. Aguarde e fique de olho.

As fotos dos momentos mais significativos serão colocadas no fotoblog Jovens Feministas. Acesse e comente!

Abaixo uma prévia de alguns momentos importantes:

Mesa de abertura

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Plenária

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Articuladoras nacionais eleitas

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Por Maria Camila Florêncio da Silva

De 13 a 15 de março em Maracanaú (CE), rolou o I Encontro Nacional das Jovens Feministas. Participaram dele 100 mulheres jovens de todo Brasil, negras, lésbicas, indígenas, quilombolas, rurais e da periferia. Vários grupos foram representados em meio à diversidade presente, que partiram de algo que todas têm em comum - ser mulher jovem e feminista - para suas demandas e necessidades específicas. Rolaram altas discussões, e é evidente que a Viração tinha que estar presente neste encontro!

Na ocasião, as garotas resgataram a importância desse evento e seu propósito, que é consolidar a criação da Articulação Brasileira de Jovens Feministas. A realização desse evento e mais a Conferência Livre, que ocorreu no domingo, dia 16 de março, em Fortaleza (CE), são frutos dessa articulação entre jovens mulheres que vinham se mobilizando desde 2004, no 10° Encontro Latino Americano e do Caribe, quando já pautavam as demandas das mulheres jovens.

Desde então, nos anos sucessivos ao encontro, houve uma mobilização nacional com atividades, oficinas, discussões virtuais, etc. A principal atividade realizada até então foi o Fórum de Jovens Feministas no Fórum Social Brasileiro em 2006, que enfatizou a necessidade de participar de espaços importantes de discussão de políticas públicas para mulheres e juventude.

“Mas foi na II Conferência de Políticas para Mulheres, em agosto de 2007, que a consolidação dessa articulação ficou mais que evidente e necessária, quando as jovens levaram um pré-documento de demandas e abriram um diálogo com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres sobre a importância de uma representação jovem feminista no Conselho Nacional das Mulheres. E a resposta que obtivemos foi que essa Articulação tinha que sair de vez para que isso tornasse possível. Saímos então com a demanda deste encontro”, disse Latoya, de São Paulo (SP), do movimento das negras jovens feministas.

“Nós, mulheres jovens, temos o desafio duplo, que é estarmos presentes nos espaços de juventude pautando a questões das mulheres e nos espaços de mulheres pautando a juventude”, diz Monaliza, do Coletivo de Jovens Feministas - CE e do Fórum

Cláudia
 Cláudia Vasconcelos

Cearense de Mulheres. “Por isso também a importância da consolidação da Articulação, que está fortalecendo os coletivos de jovens feministas existentes. Muitas vezes esses coletivos encontram dificuldades por não terem uma grande infra-estrutura, ou mesmo uma sede própria, sem contar os diversos desafios que eles enfrentam para se manterem e realizarem ações. Diante dessa realidade não queremos deslegitimá-los e sim fortalecê-los”, acrescenta Cláudia Vasconcelos do Coletivo de Jovens Feministas - PE.

Feminismo x lesbianidade

Dentre as principais discussões levantadas o destaque é a situação das mulheres negras e mulheres lésbicas, nas quais os grupos falaram da dificuldade que as pessoas têm em assumir estas identidades.

Luanna Marley do Grupo Lamce de Fortaleza - CE, perguntou: “Por que há tanta resistência com a palavra lésbica? Por que nessa relação com o feminismo muitas vezes é negada uma das identidades que também faz parte do movimento, que é a lesbianidade?”

Sobre isso Andréa do Coturno, de Vênus de Brasília (DF), complementa: “Acho que o receio do movimento feminista em reconhecer a lesbianidade como uma das identidades que o compõe, é o medo de reforçar o estereótipo de que toda feminista é lésbica.”

Com discussões diversas e específicas, saíram reflexões tidas como prioritárias pela articulação. Entre elas, uma ganhou destaque e foi consenso como a mais importante no momento - a descriminalização e legalização do aborto. Também foi defendido como desafio a popularização do feminismo, uma vez que muitas mulheres atuantes nos movimentos, ou não, têm de se reconhecer como feministas. Essa dificuldade vem dos estereótipos, que fazem com que as pessoas vejam o feminismo como um bicho-de-sete-cabeças, “machismo ao contrário” ou mesmo a visão de que é um movimento atuante no passado.

“Eu militei na Pastoral da Juventude em Manaus por 11 anos, onde comecei a conhecer outros movimentos, entre eles o

Roseane
 Roseane Forito

Feminista e comecei a me identificar. A princípio eu queria “acabar” com
os homens, mas porque ainda não tinha muita informação, depois conheci o
que de fato é o feminismo… Daí me apaixonei”, contou Roseane Ribeiro do Forito, da Liga Brasileira de Lésbicas, São Paulo (SP).

O encontro também recebeu a visita ilustre da Maria da Penha, ex-farmacêutica vítima de violência doméstica, que nomeia a lei 11.340. “Fico muito feliz em ver também as mulheres jovens se reunindo e sugerindo políticas públicas específicas”, comentou.

O primeiro Encontro Nacional das Jovens Feminista teve o apoio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Secretaria Nacional de Juventude e Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, ambas do governo federal. Além da Prefeitura de Fortaleza e Fundação Friedrich Ebert Stiftung.

* Texto originalmente publicado no site da Revista Viração

No marco do I Encontro Nacional de Jovens Feministas e resgatando a trajetória história dos movimentos de mulheres negras e feminista, as Negras Jovens feministas escrevem carta que traz, entre outras coisas: recomendações, exigências e principais agendas defendidas pelas jovens negras. Confira a  carta e não deixe de discuti-la nos seus espaços de atuação e no I Encontro Nacional de Jovens Feministas.

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Algumas ds Negras Jovens Feministas presentes no I Encontro Nacional de Jovens Feministas

O I Encontro Nacional de Jovens Feministas ocorrerá no Centro de Desenvolvimento Educacional 7 de Setembro em Maracanaú, no estado do Ceará. Tal espaço será sede do encontro entre  dias 13 e 15 de março, apenas no último dia, quando ocorrerá a  Conferencia Livre, o endereço será o Centro de Referência do Professor situado na Rua Conde D’eu, s/n Centro - Fortaleza – CE

 Hospedagem  

A hospedagem estará liberada às 8 horas da manhã do dia 13 de Março e  se encerra  às 8 horas  da manhã do dia  16 de Março.

As participantes ficarão hospedadas no Centro de Treinamento 07 de setembro. Endereço: Rua Beatriz Calixto - N 305 - Pajuçara – Maracanaú – CE.

 

Importante: As hospedagens serão em quartos com capacidade 12 a 20 pessoas, é necessário trazer roupa de cama e Toalhas.

 

Para mais informações:

 Secretaria do Encontro

IJC – Instituto de Juventude Contemporânea situado na Rua Manoel Padilha N 126 Fátima – Contato: (85) 3247-7089 Falar com Camila Silveira  ou Hanoy (Lembramos que todas/os as/os educadores do IJC tem informações do Encontro) Site: www.ijc.org.br

 

 Outros contatos da comissão organizadora  no Ceará: 

Camila Silveira: 9934-9686 ou 8866-6035

Raylka Frankilg – 8872-8624

Lídia Rodrigues – 8881-1541

 

 

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