Las experiencias latinoamericanas relatadas por mujeres políticas, muchas con representación popular, nos muestran que la democracia sigue en deuda con las mujeres en toda su diversidad.
Las democracias latinoamericanas deben apostar a principios éticos políticos como la inclusión, la igualdad y la justicia social para poder ser sustantivamente democráticas. Nuestras perspectivas deben estar incorporadas en todos los espacios de poder locales, nacionales y regionales para poder generar una real transformación en las estructuras de nuestros países.
Es un desafío para el movimiento de mujeres y feminista generar e implementar estrategias comunes en los países atendiendo a problemáticas similares, a pesar de contextos sociales y políticos distintos. Sin embargo, es importante reconocer que estas estrategias no emergen de una mujer universal, sino de mujeres muy diversas.
Somos negras, jóvenes, adultas, indígenas, blancas, amarillas, lesbianas, y más. Somos todas latinoamericanas!
.jpg)


LEGALL
mas, aun hay mujeres en la politica hay que tener mas algunas que representen mas gente.
Las mujeresn no tienem espacios para la politica. Nossotras siempre damos preferencias para aquellos que muchas veces
que pienson en ellos solamente.
Por Maria Goñi (Uruguai) e Tatiana Hernandez (Chile).
As experiências latino americanas relatadas por mulheres políticas, muitas com representação popular, nos mostram que a democracia segue em dívida com as mulheres em toda a sua diversidade.
As democracias latino americanas devem apostar em princípios éticos políticos como a inclusão, a igualdade e a justiça social para poder ser substantivamente democráticas. Nossas perspectivas devem estar incorporadas em todos os espaços de poder locais, nacionais e regionais para poder gerar uma real transformação nas estruturas de nossos países.
É um desafio para o movimento de mulheres e feministas gerar e implementar estratégias comuns nos países atendendo a problemáticas similares, apesar de contextos sociais e políticos distintos. Todavía, é importante reconhecer que estas estratégias não emergem de uma mulher universal, se não de mulheres muito diferentes.
Somos negras, jovens, adultas, indígenas, brancas, amarelas, lésbicas, e mais. Somos todas latinoamericanas!
Até uma democracia verdadeira
A única democracia possível é a que se pensa multi-cultural e paritária”, Epsy Campbell
Por Macky Martínez (Paraguai)
Com vista a realizar um intercâmbio de experiências das mulheres em espaços de poder, na Segunda Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (Brasília, 2007) se desenrolou uma mesa de discussão que permitiu visualizar o panorama de todos os passos avançados no acesso ao poder pelas mulheres latinoamericanas.
A mesa esteve integrada por Juliana Marino, deputada Argentina; Cãndida Celeste da Silva, ministra da Família e Promoção da Mulher de Angola; Epsy Campbell, presidenta do Partido de Ação Cidadã e Coordenadora da Rede de Mulheres Afrolatinoamericanas e Afrocaribenhas da Costa Rica, Lilian Celiberti, integrante da Articulação Feminista Marcosul e Secretária Executiva da Reunião Especializada da Mulher do MERCOSUL e Ana Falú, Diretora Regional da UNIFEM para o Brasil e países do Cone Sul. A moderação esteve a cargo de Beatriz Zanella Fett, integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher do Brasil.
Entre os pontos abordados pelas dissertantes esteve a forte necessidade de reverter as relações assimétricas de racismo e gênero presentes em todas as democracias dos países, que se bem tem avançado importantes passos na democracia de suas instituições seguem reproduzindo formas de discriminação permanentes, sobre tudo no acesso das mulheres nos espaços de poder.
Os desafios são muitos, entre eles se encontram a urgente desconstrução dos protótipos de mulheres na política, recuperar para elas todos aqueles espaços dos quais foram privadas por tanto tempo, uma integração elaborada a partir dos interesses das pessoas e a criação de políticas públicas focalizadas que respondam tanto aos direitos universais das mulheres, como também aos direitos específicos das amplas diversidades.
Uma verdadeira democracia é possível só se constrói com a inclusão de todos os setores que compõem a sociedade, sem distinções nem privilégios para alguns, nem discriminações de nenhum tipo. “Já não queremos ser exceções, queremos formar parte das decisões”, afirmou Epsy Campbell, frase que nos demonstra que os temores já acabaram e que os mesmos se transformaram em uma força que impulsa as mulheres a seguirem somando conquistas.
Participar da política não é somente votar por outras/os…
Há algo que fica claro para nós; a participação política das mulheres não só se mostra êxitosa quando aumentamos a porcentagem de presença nos congressos de nossas nações. O processo vivido pelas mulheres brasileiras é uma experiência que nos leva a refletir sobre este ponto. Porque a participação também é incidir nas políticas públicas que se elaboram e implementam para o bem-estar de todas e todos, e é também poder exercer um controle cidadão sobre os que implementam estas políticas.
Em definitivo, participar é ser cidadãs ativas ou, como diria a ministra Nilcéa Freire, ser maioria quantitativa não é garantia de mudanças substantivas se não estamos organizadas e influindo no presente e futuro de nossas sociedades.
Sentimos falta; apesar de sermos mulheres jovens organizadas, não estamos presentes nos espaços de deliberação que a metodologia desta Conferência desenhou. Isto sem dúvida nos faz lutar com mais força pelos espaços, os que merecemos estar presentes, desenhando e participando ativamente da discussão sobre quais políticas públicas queremos para as mulheres.
As mulheres brasileiras discutem sobre políticas públicas
Ontem no Centro de Convenções de Brasília inaugurou a II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres do Brasil. Foi emocionante ingressar neste espaço com mais de 3000 mulheres diversas e receber a saudação de bem vinda da primeira mulher presidenta de um país da América Latina eleita popularmente, Michelle Bachelet.O anterior nos faz pensar que este processo não é importante somente para as mulheres brasileiras, senão também para todas as mulheres da região. Como jovens latinoamericanas pensamos que isso é fruto de uma mudança sócio-cultural que impulsionou as mulheres organizadas e mobilizadas. Sentimos que estamos participando juntas e decidindo sobre nossas vidas presentes e futuras.
perfecto..
E talvez, com a participaçao das mulheres na politica, elas possam “limpar” essa grande sujeira que se encontra na politica, pelo menos no Brasil.
A trajetória das mulheres na História é bastante sofrida e dolorosa, consta de muitas lutas e batalhas. E, apesar, de estarmos ampliando o nosso espaço de atuação, existe ainda, o preconceito. Além de existir culturas tão atrasadas que tratam as mulheres como mercadorias. Buscamos a democracia do papel, da teoria, e não, essa da realidade. Queremos a verdadeira igualdade para todos.
perfecto!
fue una explanacion perfecta!