Abertura com arte e espontaneidade da cantora mexicana feminista Astrid Hadad que ousou em fazer várias paródias em torno do machismo que permeia toda a América.

Trajando roupas típicas do país, Astrid também fez orações em que contestava-se o capitalismo e com muito bom humor, satirizou o fato de que muitos homens que vivenciam a impotência sexual culpam as mulheres e não reconhecem o seu problema como pessoal.
Sob a mediação da Télia Negrão do Brasil, o segundo dia de encontro foi marcado pela plenária Las realidades Latinoamericanas ante los fundamentalismos de hoy. Com a participação de oito feministas de países distintos da América Latina e Caribe, a plenária retratou que a democracia não existe para todas as nações e isso se dá em
conseqüência do conservadorismo que afeta completamente o cotidiano das mulheres e das normas sociais que não consegue suprir todas as deficiências do sistema opressor. Para isso, lembra Gina Vargas do Peru que é necessário a união entre as mulheres para que com isso os direitos sexuais e reprodutivos sejam assegurados.
Ana Lúcia Ramirez da Colômbia salientou a importância das mulheres fazerem valer seus direitos em toda a América e Caribe e que durante a crise econômica mundial possamos fortalecer algumas questões junto a Europa, pois existe muita mão de obra de mulheres na manutenção do capital. Já Gina Vargas do Peru citou a interferência da espiritualidade no cotidiano feminista, segundo ela de alguma forma as religiões dificultam o processo de modernização e um outro olhar por parte dos governos.
Feminismo é política. Parece que para os governos, nós somos de Marte, nos tratam com descaso, afirma Jeny de La Torre da Espanha.
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O Encontro proporcionou a integração entre as multiplas culturas existentes na América Latina e suas problemáticas, como também a fomentação de ações reparativas para as problemáticas que afetam e oprimem o cotidiano das mulheres latinas, além de ser um espaço de liberdade de expressão aberta para todas que lá estavam.
Sejamos Jovens ou Idosas somos Mulheres Guerreiras e Exigimos Respeito dos Governos sobre nossas Demandas, por isso Queremos mais espaços Abertos para ampliação de nossas idéias em larga projeção, na prática, pois o que temos, ainda é muito pouco e queremos mais do Procriadoras ou serviçais…
Queremos inclusão em vários espaços de nossa Sociedade e isso vai muito além dos espaços acadêmicos ou do cenário poítico……
Se la Mujer no Está la Democracia no Ha!