II CONFERÊNCIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL

II CONAPIR


II CONFERÊNCIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL

II CONAPIR







I Encontro Nacional de Jovens Feministas – 13 a 16 de março
Acesse as fotos do encontro
Ato a favor da legalização do aborto
Negras Jovens Feministas
Oficina “Mulheres jovens e participação: um diálogo preparatório para a II CNPM
Brasília, 16 a 17 de agosto de 2007
Semana das mulheres jovens – Julho, São Paulo









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Felicidades chicas por el encuentro que tuvieron, es excelente ver todo el esfuerzo que las mujeres jóvenes podemos hacer.
Desde Nicaragua, un gran abrazo y saludos a cada una
ta fixe o vosso site mas devia tar melhor e eu nao concordo com a lei do aborto
Felicidades amigas Brasileras por sus procesos de en el movimiento de feminismos jovenes. . Pronto les compartiremos de nuestro cine debate que realizamos el 28 de sep. dia de la despenalizacion del aborto en cuidad de Panamá.
Les mando un abrazo y fuerza para que sigan adelante desde Panamá. saludos Tania Rodriguez G.
Hello,
My name is Chloé Cavagna and I’m a french journalist working for a new TV show called “Global resistance” about the new form of activism and subculture in general. It’s a 70 minutes show aired on the French public channel called France 4.
I’m really interested by the militant activist movements in Europe and all over the world.
For this TV show, we are actually searching for groups which are really implicated in activism and use comedy, provocation, art, originality (…)as means of expression that we could follow on a report. We are searching for anti-nuclear, anti-militarism, anti-consumption, environmentalists….militants.
We would like to do a report either in February or in March (maybe April!) in Brazil…
I have seen your website, and I’d like to know if you do the type of actions I’m looking for…If so, could you give me some more information about your actions? I would appreciate if you could help me… Could you please forward this email to activists that could correspond to my search, or maybe send me their info!
Thanks for your help and your time,
Best regards,
Olá para todas,
Eu adorei o site de vcs, agora eu faço uma pergunta para vcs: “por que vcs quer que o aborto seja liberado?” , bem, eu tenho hora que acho que ele deveria ser liberado, mas tem hora que eu acho que não, nunca consigo chegar a uma conclusão, e um dia me perguntarão se eu era contra a liberação do aborto e eu fiquei sem palavras.
Vcs poderiam mandar algumas coisas sobre esse assunto
para eu ficar “por dentro”?
Bjus para todas e que vcs possam continuar com esse trabalho…….
Ingrid (Mococa-SP/GRUPO TUMM)
ingrid
esse é o meu e-mail
guid100juizo@hotmail.com
Querida Ingrid, nós da ABJF não somos a favor da “liberação do aborto”, não é saudável tanto físico como psicologicamente que nenhuma mulher cometa o aborto, nossa luta é para que o Brasil possa aderirir a Legalização do Aborto que consiste em que as mulheres que necessitam desse serviço não sejam presas, mortas, humilhadas ou excluídas da sociedade, como vem ocorrendo ao longo dos anos. Entendemos que os corpos das mulheres pertencem a elas mesmas e que o Aborto deve ser um direito reprodutivo, que seja atendida a vontade dessas mulheres. Pois ter ou não ter um filho, cabe a vontade e a decisão de cada uma de nós e essa decisão não pode em maneira alguma ser imposta ou nem mesmo influenciada pela Igreja, pelo Estado, pelos conceitos e preconceitos da sociedade.
Existe muitos materiais disponíveis nos sites das redes e organizações feministas do Brasil e de todo o mundo, seria muito bom que você pudesse estar a par das discussões.
Um forte abraço,
Articulação Brasileira de Jovens Feministas!
*Continue Acessando!!
” Entendemos que os corpos das mulheres pertencem a elas mesmas e que o Aborto deve ser um direito reprodutivo, que seja atendida a vontade dessas mulheres. Pois ter ou não ter um filho, cabe a vontade e a decisão de cada uma de nós ”
Meu filho nunca foi meu corpo. Será que eu fui hermafrodita durante nove meses?? Aliás, hermafrodita só não, eu tive dois corações, dois cérebros, 4 pulmões… nunca vi isso num livro de ciência!!! Devem estar todos desatualizados.
Direito reprodutivo é a mulher conhecer seu ciclo reprodutivo, saber seu período fértil (coisa que anticoncepcionais não permitem).
Direito reprodutivo é um casal não ser taxado de louco porque é pobre e quis ter um filho.
Direito reprodutivo é um casal de jovens se amar sabendo da responsabilidade de um para com o outro, não só de corpo mas de coração, e não ficar com 200 caras numa noite e tomar pílula do dia seguinte para aliviar a consciência.
Direito reprodutivo é saber que relação sexual tem consequência sim, e que o anticoncepcional pode até “reduzir os efeitos colaterais”, mas ora ou outra você e seu parceiro podem ser “pegos de surpresa”, e a vida por nascer não merece morrer para apagar um “erro de cálculo” do casal.
Aliás, aborto é um direito das mulheres sim… Direito de morrer antes de nascer, uma vez que nos países onde o aborto é liberado, a maior parte das crianças mortas são meninas, a exemplo da China, da Índia e dos EUA.
As feministas amam tanto as mulheres que nem querem que elas venham a esse mundo. Quando se aborta uma menina, não há nenhuma feminista lá para clamar os direitos dela, nem reclamar que a China tem uma cultura patriarcal machista, muito menos a Índia. (adaptado da fala de Gianna Jessen, cuja mãe se achou dona do corpo dela e resolveu abortá-la no 7º mês de gestação, queimando-a viva com solução salina).
Elas atiram no próprio pé, porque defendem o aborto a qualquer custo, então como elas vão ser contra o aborto de mulheres indesejadas em países machistas?? Seria contra-senso, né?
Grande direito!!
Sim, Gianna Jessen é uma mulher que resolveu se rebelar ante o direito de outra mulher decidir matá-la.
http://vivopelavida.com.br/tag/gianna-jessen/
Sobre a foto em que alguém vestida de Nossa Senhora carrega a frase “Gravidez, só se desejada”:
Esse é um dos argumentos mais perversos das feministas: Deus perguntou à Maria se ela aceitava ser mãe, por isso Deus era favorável a mulher abrir mão da maternidade.
Elas esquecem que:
1) nós temos livre arbítrio sim, e Deus nunca nos feriria esse direito, porém livre arbítrio sobre nossas próprias vidas, nunca para usar sobre a vida de terceiros, ainda que sejam nossos filhos em nossos ventres.
2) Deus pergunta ANTES de Maria engravidar
3) A beleza do Mistério da Anunciação está justamente no fato de uma MENINA, POBRE, e NOIVA, porém sem intimidade com seu noivo, aceitar engravidar sabendo do risco de morte que correria por conta de sua gravidez inexplicável (morte por apedrejamento às mulheres adúlteras). Ou seja, mesmo conhecndo os riscos, Maria sabia que a maternidade era algo tão especial para Deus que Ele nunca a abandonaria.
Sim, provavelmente por isso e
Karina,
Se você descobrisse que sua mãe fez um aborto p/ dar de comer a você e seus irmãos, você a denunciaria? Seria produtivo se sua mãe fosse presa enquanto você e seus irmãos ficassem nas ruas passando fome? E se devido as complicações decorrentes do aborto inseguro – ela morresse? Você se sentiria bem com isso?
Ai você responde ah.. mas e se ela roubasse e matasse ? Não seria crime? Existe uma diferença entre um crime praticado contra alguem que já nasceu; e um crime contra alguem que é uma vida em potencial… Se fosse diferente por que o cód. penal abre precedentes para caso de estupro e risco de vida para a mulher? E o caso de pesquisas com embriões e células tronco? E a inseminação artificial? Não é tudo VIDA?
Sobre a China é uma questão cultural – não entendi a colocação dos EUA no mesmo patamar (?)
por favor, se quiser contribuir comece adotando alguem, ou ajudando financeiramente tantas mulheres pobres, negras, analfabetas e sem ninguem p/ lhes estender a mão. Inclusive o pai dos filhos delas já deram no pé a muito tempo (isso não é uma forma de aborto?)
A grande prisão do aborto, ainda que nos países onde ele é “legal”, é carregar no coração para sempre a certeza de que você contribuiu para o assassinato de seu próprio filho. Isso eu sei de testemunhos de pessoas que abortaram nos EUA, onde o aborto é “legal” e praticamente compulsório (leia-se feito por pressão dos médicos e das famílias).
A começar, pode ler alguns aqui http://www.prenatalpartnersforlife.org/Second%20Thoughts/SecondThoughtsStoriesIndex.htm
Aproveitem para ver o grande “arrependimeto” das famílias que levaram gestações de bebês doentes a termo. E aproveite para ver, nos depoimentos das mães que abortaram, a grande acolhida que receberam dos seus amigos abortistas.
Coloquei China, Índia e EUA no mesmo “patamar” porque em todos eles o abortamento de meninas é maior que o de meninos.
Se minha mãe abortasse, não, eu não a levaria para cadeia, mas ficaria sempre com aquele pensamento de “poderia ter sido eu, porque meu irmão teve ’sorte’ diferente?”. Vou dizer uma coisa a vocês: geralmente as mulheres pobres lutam mais pela vida de seus filhos que as com melhores condições.
Vocês falam tanto dos pobres, que o aborto é um ato de caridade para com eles, mas lutar pelas mulheres que querem ter seus filhos com dignidade e não conseguem porque os hospitais públicos estão um caos, dessas vocês não lembram.
Ser abandonada pelo parceiro é uma coisa horrível, mas isso é uma contribuição que as feministas deram ao mundo. Foi tirada toda a responsabilidade sobre a família do ombro dos homens. Eles agradecem a vocês, do fundo do coração e do bolso.
Quanto a ajudar aos outros, que coisa feia, você não me conhece e vem falar como se eu fosse apenas uma matraca, mas não fizesse nada de efetivo. Para me perguntar isso, espero do fundo do coração que você faça também uma dessas coisas. E que a resposta não seja apenas “eu ajudo a matar o filho ‘ excedente’ das famílias pobres.”
Ah, uma pergunta: na China é uma questão cultural matar meninas ainda no ventre. Por que as feministas não lutam para reverter essa cultura, assim como lutam para reverter a cultura de morte por apedrejamento de mulheres “adúlteras” nos países muçulmanos?
Bem, acho que entendo porquê: seria muito contraditório dizer que o aborto é um direito da mulher, mas na China não, na China não é direito porque trata-se de uma questão cultural e mata-se mais meninas. Ah, sim, e ninguém está vendo as meninas mortas na China, aí não tem problema.
“Se fosse diferente por que o cód. penal abre precedentes para caso de estupro e risco de vida para a mulher?”
O aborto nesses casos ainda consituti crime, apenas não é penalizado.
“E o caso de pesquisas com embriões e células tronco?”
Eu sou contra, sem delongas. E não venha falar que sou “insensível ao sofrimento dos deficientes” que não sou. Apenas acredito que somos egoístas ao ponto de acharmos que eles são dignos de pena, e não são. São tão capazes quanto nós. Nós é que não queremos ver isso. Há outras formas de trazer dignidade para a vida deles, uma é justamente não os tratando como inferiores ou alguém que precise ser “curado” para se transformar em gente de verdade. Somente uma família que possui um parente nessas condições sabe dizer o que é melhor, mas eu, por mim, não ficaria bem sabendo que alguém tão pequeno teve que morrer para eu viver um pouquinho diferente (porque viver eu já vivo, ao contrário do bebê-objeto que não terá essa chance).
Além disso, as pesquisas com CTA´s vão de vento em popa, obrigada!
Aliás, os mesmos geneticistas que querem pesquisar CTE´s para ajudar os deficientes, defendem o aborto dos deficientes nascituros. Isso sim, para mim, é hipocrisia.
Quanto à criação de embriões por inseminação artificial, hoje não precisa mais se falar em “criar embriões” excedentes pois as chances da gestação acontecer são muito altas, inclusive dando origem a gêmeos.