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Por Camila Galdino (PB)

Com o apoio institucional da ONU Mulheres e parcerias com a Zulu Nation Brasil, Associação Hip Hop Mulher e Conselho da comunidade negra, o grupo Jovens Feministas de São Paulo realizou de 24 a 27 de Agosto de 2011 na cidade de São Paulo o I Seminário Nacional de Jovens Feministas. O evento reuniu cerca de 30 mulheres jovens de todas as macro-regiões do país, além de convidadas e parceiras do movimento de jovens feministas, a exemplo da deputada federal Leci Brandão que falou do seu lugar de parlamentar sobre a importância e o reconhecimento histórico das mulheres jovens para o movimento feminista do Brasil e Susana Martinez, representanteda ONU Mulheres Cone Sul, antes UNIFEM, que desde o início do levante jovem feminista tem apoiado ações e pautas das mulheres jovens do Brasil.

O seminário marcou um momento de renovação para o movimento de jovens feministas do país, além de ter sido um forte instrumento de mobilização e acordo das pautas das mulheres jovens para as conferências de políticas públicas que irão ocorrer ao longo deste ano no Brasil.

Com uma vasta programação, o seminário ainda discutiu formas de utilização de ferramentas de comunicação para a propagação feminista, experiências positivas na realização de projetos sociais de e para jovens, elaboração de projetos, incidência e empoderamento das jovens mulheres feministas, além de um diálogo intergeracional onde feministas adultas e jovens puderam discutir sobre a diversidade do feminismo no Brasil, contaram suas histórias e unificaram suas demandas e reflexões afim da propagação de suas lutas e ações.

Na ocasião, também foram lançadas as campanhas nacionais, Jovens Feministas pelos Direitos Sexuais e Reprodutivos idealizada pela Articulação Brasileira de Jovens Feministas e Educação em Sexualidade: desafios para uma política pública apresentada pelo Instituto Ecos de São Paulo.

Para saber mais sobre o I Seminário Nacional de Jovens Feministas, conferir fotos e outras informações sobre o evento, acesse o blog Diálogo Jovem (https://dialogoj.wordpress.com), Jovens Feministas de São Paulo (http://jovensfeministasdesp.blogspot.com/),  http://www.flickr.com/photos/abjf  ou entre na página do facebook das Jovens Feministas de São Paulo.

Por  Camila Galdino (PB)

Tecnologia, informação e comunicação são temas recorrentes no I Seminário Nacional de Jovens Feministas. Através da oficina “Dominando os meios de comunicação (TICs) para fortalecer nossa articulação” ministrada pela Bruna Provazi, as jovens reunidas em São Paulo discutiram na tarde de ontem sobre suas relações pessoais e políticas com as redes sociais, com a tecnologia e comunicação. Imagem da mulher jovem na mídia, sensacionalismo midiático, empoderamentoatravés dos meios de comunicação, propagação de ideias feministas e uso de redes sociais de forma política fizeram parte do debate.

Foto: Karina Moura (ES)

Além das discussões frequentes e rotineiras sobre comunicação e mídia que o movimento feminista vem pautando em sua agenda política, as jovens feministas discutiram a temática sob o aspecto de produtoras de conteúdo, e não apenas no lugar de analisadoras ou denunciantes do modelo de comunicação machista, racista e homo/lesbofóbico que impera no Brasil.

Bruna Provazi, oficineira e uma das organizadoras do festival Mulheres no Volante,discutiu com as participantes sobre ferramentas e recursos disponíveis no twitter e facebook,de forma a incentivar as jovens a se mobilizarem através dessas plataformas. Bruna, além de mostrar alguns exemplos de perfis e blogs que utilizam as ferramentas de comunicação para propagação do feminismo, demonstrou como mobilizações que tiveram início na rede se propagaram para o offline, a exemplo da Marcha das Vadias, que em muitos estados foi organizada por jovens mulheres e na internet.

Da Folha Online

“Central de atendimento à mulher, em que posso ajudar?” Essa é a frase que se repete milhares de vezes num único dia no salão de cerca de 200m2 onde funciona o call center nacional contra a violência doméstica.

O espaço, localizado em uma cidade-satélite de Brasília, reúne todas as 150 atendentes que se revezam ao longo de 24 horas e recebem relatos de ameaça, violência física e psicológica, cárcere privado e tráfico de pessoas.

Nos dois últimos casos, a central aciona diretamente as autoridades competentes. Nas demais situações, é necessário uma queixa da parte da mulher e o serviço fornece informações e suporte.

Um dos papéis prioritários da central é explicar os objetivos e as possibilidades da Lei Maria da Penha, que completa hoje quatro anos.

“O Ligue 180 tem o papel importante de orientar a vítima de violência, já que a lei é recente”, afirma Ana Cláudia Pereira, consultora do Cfemea (Centro Feminista de Estudos e Assessoria).

Foram 343.063 atendimentos feitos nos seis primeiros meses do ano, mais que o dobro do ocorrido no mesmo período de 2009, segundo a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, responsável pelo serviço.

Nos quatro anos de funcionamento do call center, foram 1,2 milhão de atendimentos. Dados à parte, a central é rodeada de sigilo: não há identificação na fachada do prédio, as atendentes não usam uniforme e os relatos são tratados como segredo.

A reportagem visitou o espaço na manhã da última quinta-feira (5). Da porta para dentro, a central segue o estereótipo de um call center tradicional: mulheres jovens –em geral abaixo dos 30 anos, segundo a secretaria– munidas com seus fones.

Lilás e Branco

Balões lilás e brancos festejam os quatro anos da citada lei e cartazes motivam o trabalho. “A partir do momento em que lhe pedem ajuda, você tem uma vida nas mãos e seu apoio pode fazer a diferença”, afirma um deles.

Imbuída desse espírito, uma atendente ditava ao telefone medidas protetivas quando a Folha iniciou sua visita ao local.

A moça, de 18 anos, fez outros três atendimentos em 20 minutos. “A violência está ocorrendo neste momento? A senhora acredita que sua vizinha está correndo risco? Então ligue para a polícia”, orientava, impassível.

Um outro relato desperta desconfiança. “A voz parecia de criança, mas a gente não pode tratar esses casos como trote. A minha voz pode parecer de criança também.”

Fonte: http://www.facebook.com/notes/mizangas-mujeres-jovenes-afrodescedientes/reflexiones-de-las-jovenes-feministas-en-la-cepal-carta-abierta/411597121650
 
 Hoje às 01:53
Brasilia, 15 de julio del 2010.

Nosotras, mujeres jóvenes negras/afrodescendientes, indígenas, lésbicas, bisexuales, transexuales, con VIH/sida y con discapacidades de América Latina y el Caribe, reunidas en un dialogo político en la XI Conferencia sobre la Mujer de CEPAL nos sumamos a la reflexión sobre “¿Qué estado para que igualdad?” y reafirmamos que un Estado democrático e igualitario no se constituye sin la presencia de las jóvenes y la ejecución de sus reflexiones y demandas.

Las juventudes latinoamericanas y caribeñas tenemos como pautas prioritarias:

La violencia contra las mujeres jóvenes, que se puede configurar como: violencia generacional, psicológica, racial, de género, sexual, de orientación e identidad sexual, urbana y rural, policial, institucional, laboral, económica y moral, donde destacamos los constantes ataques molares que minimizan e invisibilizan nuestra participación como mujeres jóvenes en los espacios de decisión política y poder.

Reafirmando que la vida libre de violencias es un derecho humano, alertamos por el gran número de feminicidios/femicidios, tráfico de mujeres jóvenes y un aumento de la práctica de migración de jóvenes latinoamericanas y caribeñas hacia los países imperialistas en busca de una mejor oportunidad de trabajo y condiciones de vida. Por lo tanto, demandamos:

La creación y efectiva implementación de leyes y políticas públicas que garanticen una vida libre de violencias, particularmente en contra de nosotras, mujeres jóvenes en toda nuestra diversidad: lesbianas jóvenes que sufrimos la violencia sexual como medida correctiva de imposición de la heterosexualidad como la norma y la lesbofobia en general; mujeres jóvenes que sufrimos violencia, abuso y acoso sexual, violencia intrafamiliar y en las instituciones educativas, mujeres jóvenes que sufrimos la violencia ejercida por el Estado cuando no se nos garantiza la información, educación sexual, acceso a métodos anticonceptivos y aborto legal seguro y gratuito, y nos enfrentamos a embarazos no deseados que nos obliga a transitar por situaciones que ponen en riesgo nuestra vida e integridad psicológica, física y sexual.

Derechos Sexuales y Reproductivos de las mujeres jóvenes

Reafirmando que los derechos sexuales y los derechos reproductivos son derechos humanos exigimos:

Acceso a la educación sexual, científica, laica, libre de estereotipos racistas, lesbofóbicos y machistas, para la toma de decisiones libres, informadas y responsables.

Información y acceso real a métodos anticonceptivos gratuitos y de calidad, contemplando especialmente la anticoncepción oral de emergencia y el preservativo femenino, así como la creación de métodos preventivos para relaciones sexuales entre lesbianas y métodos anticonveptivos no invasivos para las mujeres.

Acceso a servicios de aborto legal, seguro y gratuito. Porque somos las mujeres negras/ afrodescendiantes, indígenas, empobrecidas y jóvenes las que no contamos con los recursos para acceder a este servicio de manera segura. De esta forma queremos ver garantizados nuestros derechos y la autonomía sobre nuestros cuerpos.

Acceso a la prevención y atención del VIH/sida para mujeres jóvenes adecuadas a nuestras distintas necesidades y sexualidades, enfatizando la necesidad de garantizar el acceso al condón femenino para todas las mujeres.

Garantizar el acceso a servicios integrales en salud sexual y reproductiva para mujeres jóvenes, de calidad, con personal capacitado que respete nuestros derechos sexuales y derechos reproductivos, y sin discriminación.

Trabajo y Educación

El trabajo voluntario y las pasantías mal pagadas, como estrategia de reducción de costos, vulneran nuestro derecho al trabajo bien remunerado, con protección legal y social, así como el respeto a nuestras capacidades.

Exigimos el diseño e implementación de políticas públicas que garanticen regímenes laborales con una carga horaria y remuneración que posibilite movilidad social, autonomía económica y política.

En búsqueda de oportunidades educativas y laborales las jóvenes tenemos que migrar a las grandes ciudades o a otros países exponiéndonos a situaciones de violencia y explotación. Por lo cual exigimos que se nos garanticen condiciones dignas para el acceso a la educación laica, gratuita y de calidad así como también a las nuevas tecnologías de información y comunicación.

El trabajo doméstico como históricamente ha sido considerado por la sociedad Latinoamericana y Caribeña nos oprime como mujeres jóvenes, especialmente lesbianas, negras/afrodescendientes, indígenas y de sectores urbanos y rurales pues nos coloca en un lugar de vulnerabilidad y opresiones incompatibles con las necesidades del desenvolvimiento humano pleno y sin violencia.

Exigimos que el trabajo domestico esté libre de todo tipo de violencia y explotación social.

Participación Política

Las mujeres jóvenes en nuestra diversidad estamos construyendo proyectos y actividades para transformar el mundo, por eso reclamamos nuestro derecho de ocupar los espacios de toma de decisión política en todos los procesos de construcción y deconstrucción para un mundo donde se respeten todos los derechos humanos en todas las fases de la vida, especialmente en aquellas instituciones responsables de diseñar, implementar y monitorear políticas públicas para las/os jóvenes.

O que eu vejo em muitas mulheres é algo inverso. Parece que elas projetam o que a de ruim nelas ou em outras mulheres. Elas não tem nojo de engolir, se melarem com espermas, mas tem nojo da própria vulva, da menstruação, do próprio cheiro… Acham que mulheres são mais fracas, mais dependentes, elas dizem coisas como ‘Eu gosto de futebol e jogo bem, sou diferente das outras mulheres’, elas fantasiam as habilidades dos homens – como se eles fossem melhores em tudo – elas não confiam em si mesmas, mas em homens canalhas ‘confiam’, elas desprezam as habilidades profissionais de outras mulheres.

(Camila Livino, em fórum de orkut)

Llamando a todas las jóvenes activistas…


 ¡Responde la encuesta de AWID y ayuda a diseñar una nueva iniciativa de recursos de financiamiento y movilización para apoyar a mujeres jóvenes!
 
¿Qué están haciendo las jóvenes para promover los derechos de las mujeres a nivel mundial? ¿Cuáles son sus necesidades de financiamiento y recursos para la movilización? La nueva encuesta de AWID reúne información detallada sobre las necesidades de estrategias, de condiciones de financiamiento y de recursos para la movilización del activismo por los derechos de las mujeres y por la igualdad de género lideradas por mujeres jóvenes o transexuales jóvenes. 
 
La encuesta también pregunta por tus ideas en el diseño y conceptualización de una nueva y excitante iniciativa de financiamiento y movilización de recursos especialmente enfocada en la generación más joven de activistas por los derechos de las mujeres.
 
¡Tu participación ayudará en adquirir conocimiento acerca del activismo liderado por jóvenes mujeres y asegurará que tú seas la primera en enterarte de las oportunidades derivadas de esta nueva iniciativa!
 
La fecha límite para responder la encuesta es 25/7/2010.

 Vínculos al Sitio de Web de AWID
 

Programa de Activismo Joven Feminista

Membresía de AWID el cambio no se da por casualidad. Lo generamos de manera colectiva.
Afiliándote a AWID, pasas a formar parte de un movimiento que busca lograr avances en los derechos de las mujeres en todo el mundo, conectándote con otras personas y organizaciones comprometidas con el desarrollo de nuestra voz, poder e influencia colectivas para alcanzar la igualdad plena para las mujeres y los derechos humanos para  todas las personas.Leer mas 

   

Programa de Activismo Joven

Do UOL Notícias*
Em São Paulo 

Senado da Argentina aprova casamento entre homossexuais

Do UOL Notícias*
Em São Paulo
Durante todo o dia manifestantes que defendem o casamento entre Durante todo o dia manifestantes que defendem o casamento entre pessoas do mesmo sexo participam de protesto em frente ao Congresso argentino, em Buenos Airespessoas do mesmo sexo participam de protesto em frente ao Congresso argentino, em Buenos Aires

O Senado da Argentina aprovou na madrugada desta quinta-feira (15) uma reforma no Código Civil que abre espaço para o casamento entre pessoas do mesmo sexo no país.

A medida segue agora para assinatura da presidente Cristina Kirchner, último passo para que a Argentina se torne o primeiro país na América do Sul e o décimo no mundo a reconhecer o matrimônio gay.

Após 14 horas de debate (começou por volta das 13h30, no horário de Brasília), o projeto foi aprovado com 33 votos a favor, 27 votos contra e três abstenções.

A reforma substitui as palavras “homem e mulher” da versão atual da legislação por “cônjuges” e “contraentes”, o que torna indistinto perante a lei a orientação sexual do casal que contrai matrimônio.

A sessão que aprovou o projeto foi cercada de muita tensão e debates acalorados no parlamento, além de protestos e passeatas em todo o país.

O senador nacional Eduardo Torres, a favor da proposta, disse que “a única diferença com entre gays e heterossexuais é que eles têm menos direitos na sociedade argentina. “Nós não aceitamos a discriminação que ocorre em várias partes da sociedade”, afirmou Torres durante discurso.

Victoria Blanca Osuna, senadora do bloco justicialista, também votou a favor da permissão para casamento entre pessoas do mesmo sexo: “As questões que estão em jogo nesse projeto não são religiosas ou morais. Nós estamos perguntando a nós mesmos a responsabilidade da democracia com as minorias discriminadas”, argumentou.

O resultado da votação causou uma grande euforia do lado de fora do congresso argentino, onde manifestantes dos dois lados fizeram vigília para acompanhar os debates entre os senadores.

Mesmo antes da votação no Senado, nove matrimônios de casais homossexuais já tinham sido realizados no país, todos eles mediante autorizações judiciais específicas.

Legislação em outros países

Aprovado agora na Argentina, o casamento gay com plenos direitos já é reconhecido em outros dez países: África do Sul, Bélgica, Canadá, Espanha, Holanda, Islândia, Noruega, Portugal, Suécia e Suíça. O direito também existe nos Estados Unidos (em cinco Estados e na Capital), e no México (apenas na capital).

Ao mesmo tempo, homossexualidade continua sendo considerada crime em dezenas de países do mundo, a maioria deles na África e no sul da Ásia. Em sete deles, o “crime” está sujeito a pena de morte.

O Brasil não reconhece nem o matrimônio, nem a união civil de casais homossexuais. Na falta de legislação pertinente, o casal homoafetivo pode recorrer a uma brecha no Código Civil brasileiro para formalizar a união como uma “sociedade de fato”, nos termos de uma sociedade comercial, seguindo o artigo 981.

Veja comemoração nas ruas da capital

“Alguns cartórios permitem que o casal homoafetivo abra uma sociedade com bens de grande valor. Mas isso não garante muita coisa. Garante apenas que no final da sua vida, se seu companheiro morrer, você não vai perder a casa que vocês dois trabalharam para construir”, explica Phamela Godoy, vice-presidente da ONG Visibilidade LGBT.

No âmbito do poder legislativo, o projeto mais recente sobre a união gay foi encaminhado em 2009 por um conjunto de deputados liderados por José Genoíno (PT-SP) e ainda tramita na Câmara. A proposta é estender aos casais homossexuais o mesmos direitos e deveres da união civil, mas afirma explicitamente que o casamento continuaria vetado.

A possibilidade de união civil poderia chegar também a partir de uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deve examinar uma série de ações nas quais se argumenta que negar o direito de união aos gays viola os princípios constitucionais de igualdade.

Sem a instituição civil do casamento, pelo menos 78 direitos civis expressamente garantidos aos heterossexuais na legislação brasileira ficam negados aos homossexuais, segundo análise do advogado Carlos Alexandre Neves Lima, Conselheiro Político do Grupo Arco-Íris (RJ). Fica excluída, por exemplo, a proteção legal em temas como posses comuns, direitos de família e direitos de representação.

*Com informações do jornal “El Clarín”

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