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Archive for fevereiro \11\UTC 2009

Da Agência Brasil, Brasília

 

As mulheres e os jovens são os mais prejudicados quando o assunto é desemprego na América Latina. Essa é uma das constatações do Panorama Laboral 2009, divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Segundo o estudo, o nível de desocupação entre os jovens das áreas urbanas dessa região é 2,2 vezes maior que a média geral de desemprego, que foi de 7,5% em 2008. Entre as mulheres, o número de desempregadas é 1,6 vez maior do que entre os homens.

 

Quando o assunto é informalidade, as diferenças de sexo também se refletem. No caso dos empregos informais – aqueles cujo assalariado trabalha em uma empresa mas não tem acesso a seguro social e outros benefícios – a incidência entre as mulheres era de 60,2% em 2007, contra 57,4% entre os homens.

 

Quando são analisados os empregos em setor informal, aqueles cujo trabalhador é autônomo e não tem acesso aos benefícios sociais, a realidade muda e a incidência é maior entre os homens, 41,6%, que entre as mulheres, 39,6%.

O estudo da OIT ressalta que ampliar o acesso e melhorar a cobertura dos serviços de proteção social são desafios que devem ser encarados pelos países da América Latina e do Caribe, porque isso “melhora as condições de trabalho e ajuda a diminuir a pobreza”.

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Por Lídia Rodrigues, da ABJF

O Fórum Social Mundial aconteceu entre os dias 27 de Janeiro a 01 de Fevereiro de 2009 na cidade de Belém – Pará, reunindo em torno de 150.000 pessoas, no objetivo de estimular a reflexão e convergir diferentes alternativas para a construção de um Outro Mundo Possível e um importante espaço para os debates entre os movimentos sociais. O FSM teve espaços para diversas pautas e muitas dessas em específico tocavam diretamente os debates das jovens feministas.

 O FSM apresentou uma agenda de temas intensamente ligados as prioridades da ABJF (Articulação Brasileira de Jovens Feministas) pelo grande impacto que geram na vida das mulheres jovens, como por exemplo, a legalização e descriminalização do aborto – que teve grande visibilidade no FSM 2009, a discussão sobre a transposição do Rio São Francisco, a questão da lesbianidade, os debates em torno das questões étnico-raciais, a exploração sexual e tráfico para fins sexuais, entre outros temas.

 No Fórum foi possível a partir das pautas existentes reafirmar o Feminismo dando enfoque as vulnerabilidades provenientes da condição geracional em um espaço de convergências de idéias e  práticas sociais de diferentes atores / forças, construindo possibilidades de um outro mundo possível onde o machismo, o racismo, o capitalismo, a homofobia e o adultocentrismo são inaceitáveis.

 

 

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