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Archive for junho \29\UTC 2009

HOY DESDE URUGUAY EJERCIMOS NUESTRO PODER CUIDADANO MIENTRAS NUEST@S HERMAN@S NO… REFLEXIONEMOS:

¡NO AL GOLPE DE ESTADO EN HONDURAS!

LO QUE ESTA PASANDO CON LAS HERMANAS HONDUREÑAS Y HERMANOS HONDUREÑOS ES UNA VIOLACION A LOS DERECHOS HUMANOS!

DIA A DIA LUCHAMOS POR UNA DEMOCRACIA REAL CON MIS COMPAÑERAS DE MILITANCIA EXIGIENDO NUESTROS DERECHOS, EN ESTA LUCHA TAMBIEN TENEMOS QUE INVOLUCRARNOS. AMERICA LATINA YA HA PASADO POR ESTE TIPO INJUSTICIAS Y NO QUEREMOS VOLVER A REPETIR LA HISTORIA… LA AUTORIDAD ES DE LOS PUEBLOS!
“…TODOS LOS DIAS HAY QUE LUCHAR PORQUE ESE AMOR A LA HUMANIDAD VIVIENTE SE TRASFORME EN HECHOS CONCRETOS, EN ACTOS QUE SIRVAN DE EJEMPLO, DE MOVILIZACIÓN”
ERNESTO “CHE” GUEVARA.

ABRAZOS!

Tania Ramírez

MIZANGAS: Mujeres Jóvenes Afrodescendientes.
http://mizangas.wordpress.com/
Montevideo- Uruguay

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Brasília, 28 de Junho – Dia Mundial do orgulho LGBT

 

* Pelo fim do silêncio!

Lesbofobia mata como o Racismo

Pelo fim do silêncio!

Homofobia mata como Racismo

Pelo fim do silêncio!

Transfobia mata como o Racismo

Pelo fim do silêncio!

Assumimos nosso racismo

Pelo fim do silêncio!

Assumimos nossa lesbofobia

Pelo fim do silêncio!

pelo fim do silêncio

dizemos NÃO!

Pelo fim do silêncio!

Saiam do armário

Pelo fim do silêncio!

Somos feministas

Pelo fim do silêncio!

Somos ativistas negras

Pelo fim do silêncio!

Saiam do armário

Saiam do armário

TODAS fazem sexo!

 

Joelma Cezário

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Por Janaina Oliveira (Re.Fem.)

II CONAPIRR 2009

II CONAPIRR 2009

No dia 28 de junho – Dia Internacional do Orgulho LGBT a Rede Nacional de Negras e Negros LGBT, juntamente outras organizações presentes na Conferência organizaram na abertura da Plenária  final da II CONAPIR um ato contra a homofobia no Brasil.

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A juventude negra também se juntou ao ato, chamando a atenção para o genocídio da juventude negra no Brasil. Todos colocaram seus calçados sobre o palco simbolizando as vidas de nossos jovens que foram perdidas.

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No Painel  VI – Democracia e Superação do Racismo no Século XXI o Embaixador e Presidente do Conselho da ONU Martin I. Uhomoibai quando questionado sobre o genocídio da juventude negra e indígena na América Latina e em especial no Brasil ele respondeu:

“Isto é uma perspectiva que devemos olhar, é um desafio de muitos países e precisamos buscar as soluções dentro de nós.” ( Martin I. Uhomoibai)

 

 

 

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Por Cássia Reis  &  Latoya Guimarães 

No dia 26/06  foi realizado o painel sobre Justiça e Segurança para Populações em Situação de Vulnerabilidade Social, onde se discutiram também Políticas para a Juventude e a Prevenção e Redução da Violência. Deste painel participaram Danilo Moreira, secretário adjunto da Secretaria Nacional da Juventude, o deputado Luiz Alberto, membro da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, o moderador João Jorge, advogado e presidente do Bloco Afro Olodum, Selma Aparecida, membro da OAB de Uberaba/Minas Gerais e Ubiraci Matilde da UNEGRO e do Fórum de Mulheres Negras de Salvador, estas duas convidadas à mesa após reivindicação da plenária por representatividade feminina na mesma.

Danilo Moreira apresentou as dimensões institucional, legal, internacional, participativa e inclusiva da Política Nacional da Juventude. Trouxe de forma superficial o recorte racial em sua fala, não explicitando como as políticas têm abordado as especificidades e demandas das juventudes dos diferentes grupos étnico-raciais.

Luis Alberto enfatizou que os jovens negros masculinos são as principais vítimas da ação de grupos de extermínio e da violência policial e questionou como o Estado vai enfrentar essas violações quando elas são produzidas por representantes desse mesmo Estado.  Falou sobre a atuação midiática contra as políticas de ações afirmativas e contra as religiões de matriz africana.

Ubiraci Matilde enfatizou a necessidade de se transversalizar a situação da mulher no debate sobre justiça e segurança pública, argumentando que 50% da população brasileira é composta por mulheres que sofrP6261019em violência do Estado, violência doméstica e choram a morte de seus filhos, vítimas da epidemia silenciosa de mortalidade de jovens  negros nas periferias do país. Afirmou que precisamos nos preparar e questionar a forma como está sendo tratada a composição da Conferência Nacional de Segurança Pública. Mas enfatizou a importância da sociedade civil participar desse processo defendendo o Sistema Único de Segurança Pública. Falou sobre o problema da dizimação da população indígena pelo Estado Brasileiro e sobre a situação de precariedade em que ainda hoje vivem as/os quilombolas.

Dentre as questões levantadas pela plenária, diversas se referiram à necessidade de se combater o genocídio da juventude negra. Foi divulgado por participantes da plenária o 1º Encontro Nacional Popular pela Vida e por Uma Outra Segurança Pública, que acontecerá de 13 a 16/08 em Salvador/BA.

 

Violência contra as mulheres… O que NÒS temos a ver com isso???

 

Embora a plenária do GT de segurança pública tenha sido ouvida em sua reivindicação de ter a presença de uma mulher a mesa, esse foi um fato isolado, e lamentavelmente a dimensão da violência que atinge prioritariamente as mulheres a violência de gênero naturalizada nos espaços domésticos e silenciada nos espaços públicos não foi tema de discussão da II COAPIR e a ausência da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres SPM nesse debate foi sentida pelas mulheres feministas presentes na conferência.

A lei Maria da Penha (nº 11.340/06) traz avanços significativos para o enfrentamento a violência contra as mulheres; a inclusão do Capitulo 9: Enfrentamento do Racismo, Sexismo e Lesbofobia no II Plano Nacional de políticas para as mulheres reconhece que ” os segmentos populacionais das mulheres negras e indígenas e das lésbicas encontram-se expostas a diferentes formas de violência e mecanismos de exclusão dentro e fora das políticas públicas, em decorrência da força com que o racismo, o Sexismo e a Lesbofobia incidem – e estruturam – a sociedade brasileira”.

O dossiê sobre a situação das mulheres Negras Brasileiras, produzido pela Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB) destaca que “as mulheres negras estão não somente mais expostas aos efeitos da violência, mas elas também possuem menores condições para o enfrentamento da violência sofrida”  assim, é difícil compreender as razões que justificaram a invisibilidade da dimensão da violência de gênero e orientação sexual na II CONAPIR, posto, que essas violências têm impactado de forma perversa sobre as vidas das mulheres negras, indígenas, lésbicas violando seus direitos humanos.

È preciso que as reivindicações das mulheres negras, indígenas, lésbicas sejam transversalizadas e absorvidas como pautas estruturantes dos grupos políticos aos quais fazem parte o combate a violência contra as mulheres não pode ser colocado como uma responsabilidade apenas da SPM e uma reivindicação da conferência de mulheres, as proposta aprovadas no II Plano Nacional de Políticas para as mulheres são as propostas das mulheres para as políticas públicas e devem integrar todo e qualquer documento produzidos nos processos democráticos  de elaboração de políticas públicas.

A Articulação Brasileira de Jovens Feministas ouviu Ubiracy da UNEGRO, Mulher Negra  que por reivindicação da plenária foi convidada a compor a mesa do GT de Segurança Pública e acesso a justiça “ As discussões sobre segurança pública devem discutir o aspecto da violência que atinge as mulheres, prioritariamente, as mulheres negras que são as mães, esposas, irmãs e amigas das vitimas do Estado Brasileiro, nós sofremos na pele a perda dos nossos a angustia, a incerteza se os nossos vão regressar ao nosso lares, sofremos com a impunidade e a insegurança promovida pelo aparelho do Estado”  Embora a presença de Ubiracy na mesa tenha contribuído sobre maneira para o debate, a invisibilidade da dimensão da violência de gênero influenciou todas as discussões e intervenções do GT que se pautaram pela analise a violência policial cometida contra os jovens negros no meio urbano, o que demonstra o quanto o debate sobre a violência contra as mulheres precisa ser um problema a ser encarado por todas/os nos, onde , temo tudo a ver com isso!

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Por Camila Galdino

 E uma das atividades realizadas na II CONAPIR foram os Diálogos com a ONU – Igualdade Racial. Os Diálogos com a ONU busca estabelecer espaços de interlocução entre as Agências do Sistema das Nações Unidas, através de grupos temáticos, e a sociedade civil, como forma de ampliar os debates sobre os caminhos de superação das desigualdades econômicas, raciais e socioculturais.  

Estiveram presentes no debate o ministro da Igualdade Racial, Edson Gomes, a representante do UNICEF no Brasil, Marie-Pierre Poirier e Kim Boldur representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Kim afirma que as crises energéticas, globais e éticas poderão ter um efeito devastador sobre quem sofre o preconceito, e que cabe a ONU fiscalizar de que forma as relações entre raça e sociedade vem sendo realizadas. Ao longo de muitos anos, através de tratados, documentos e conferências as questões raciais vem sendo pautadas pela ONU, disse Marie-Pierre.

Os Diálogos com a ONU – Igualdade Racial aconteceu por uma iniciativa do Grupo Temático (GT) de Gênero e Raça das Nações Unidas no Brasil, sobretudo por uma solicitação das próprias lideranças negras, indígenas e de mulheres e tem como principal objetivo desenvolver uma troca de experiências sobre as atuais estratégias adotadas para o enfrentamento do racismo na sociedade brasileira e o papel da ONU.

O GT Gênero e Raça da ONU é composto por 18 agências das Nações Unidas que através de análises das situações dos países, buscam estabelecer parcerias estratégicas para a erradicação do racismo e das desigualdades sociais, de raça e de gênero.

 Para maiores informações sobre a II CONAPIR, acesse o : http://www.conapir2009.com.br/

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Juventude Negra presente?!?

Por Cássia Reis e Latoya Guimarães

No dia 26 de Junho, a Juventude Negra presente na II Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial reuniram-se para pensar estratégias de incidência política.  As/os  jovens relataram que foram tratoradas/os no processo de definição das/dos delegadas/dos em seus estados e lamentaram o não cumprimento da reivindicação realizada pela Juventude Negra na I CONAPIR, que seria a garantia de 20% de jovens no total de participantes da conferência.

As reflexões apontaram à necessidade de garantir o debate geracional  no processo desta e de outras conferências, garantindo a participação da juventude e de suas demandas numa perspectiva de afirmação e reconhecimento de direitos da Juventude Negra para a garantia ao acesso às conferências em condições de igualdade de participação.

A Articulação Brasileira de Jovens Feministas registrou alguns dos depoimentos e análises das jovens lideranças do Movimento Negro presentes na II CONAPIR sobre como foi à participação da Juventude Negra nesse processo. Imagem 159

Samoury Mugabe da Articulação Política de Juventudes Negras e  do Conselho Nacional de Juventude, convidado da conferência disse que os jovens acabaram não conseguindo incidir em suas entidades negras. E isso é um reflexo de que as entidades não têm um compromisso com a renovação de seus militantes e nem mesmo o comprometimento com o que foi acordado no ENJUNE.

Rebeca Tarique do Coletivo de Entidades Negras delegada eleita pela Juventude Negra da Bahia declarou que a participação da juventude negra foi comprometida nesta conferência posto que a estrutura  e as diretrizes não respeitou os compromissos políticos construídos e principalmente o compromisso assumido na I CONAPIR  de garantir 20% de jovens nas delegações. Lamentavelmente avançamos na construção de propostas e intervenções qualificadas junto ao movimento social, mas no seio do movimento negro ainda vivenciamos um processo de paternalismo político e ideológico das Juventudes Negras, onde, somos a pauta  principal dos discursos mais não somos respeitados e respeitadas nos processos de participação e tomada de decisões.

Para Nzinga, jovem negra do Movimento Negro Unificado e representante do Fórum de Juventude Negra delegada eleita pela juventude de Pernambuco, quando a juventude não se organiza, as gerações mais velhas nos atropelaram no processo político. É prática comum estas gerações passarem por cima da juventude por considerarem que não temos consciência e habilidade para discutir e construir política. Quem tem que discutir política para a juventude é a juventude, afirma ela.

Marcia Regina Santos, jovem da Rede de Mulheres Negras do Paraná e do Fórum de Juventude Negra, delegada eleita, diz que é difícil falar seguramente dessa participação de maneira nacional. Já que o que foi colocado por alguns jovens de alguns estados foi à resistência em permitir que o espaço da juventude fosse tema das discussões. Posso dizer que a delegação do Paraná veio com 4 delegados jovens, sendo 3 mulheres e dessas vagas 1 foi  reivindicada para o FOJUNE/PR (Fórum Juventude Negra do Paraná), assim, defendi nos processos de organização que o FONAJUNE (Fórum Nacional de Juventude Negra) fosse respeitado e visto como um grupo organizado que tem um trabalho e está fazendo frente a um problema que as entidades do Movimento Negro do Paraná não têm entre suas prioridades, que é o combate ao genocídio da Juventude Negra.

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Por Janaina Oliveira (Re.Fem.)

GetAttachmentJanaína Oliveira (Re.Fem) conversou com Ana Paula Pereira que é estudante de pedagogia e trabalha na sua comunidade quilombola Brejo dos Criolos em Minas Gerais, como alfabetizadora de jovens e adultos. Ana Paula foi questionada sobre quais eram suas expectativas, enquanto jovem negra e quilombola, em relação a II CONAPIR. Ela nos relatou seus anseios e a atual realidade da juventude quilombola em sua região e nos diz que espera realmente a efetivação das políticas, sobretudo as cotas, pois na zona rural essa é uma realidade inexistente.

Para ela o acesso a educação para as (os) jovens da zona rural é precário, poucos são os que conseguem terminar o 2º grau e principalmente o acesso a informações de como acessar programas e ações do governo. Ana Paula estuda pedagogia em uma faculdade paga, e como a faculdade fica a 27 km de sua casa e não há transporte público para levá-la, ela é obrigada a pagar um carro particular que por cobrar um preço muito alto, ela só vai à faculdade uma vez por semana. 

Quanto ao trabalho nos relata que os jovens de sua região vão para o Sul de Minas Gerais para trabalhar na lavoura de café, mas ela sabe que a produção de café está modernizando-se a cada dia e o número de mão de obra com certeza irá diminuir E quando isso acontecer, onde esses jovens vão trabalhar?

Ela ainda nos fala sobre a importância de poder morar, estudar, trabalhar e repassar o seu conhecimento dentro de sua comunidade, coisa que atualmente não é possível.  Ela alerta para algo que provavelmente não deve ser uma particularidade só de sua comunidade, ela diz que os profissionais que não vivem na sua comunidade, chegam a ser “claramente” preconceituosos e que já chegou a ouvir de um deles, negros não gostam de estudar, por isso não aprendem”.  Diante disso Ana Paula espera dessa II Conferência que as cotas sejam uma realidade e que as escolas das comunidades tradicionais ensinem e trabalhem dentro da realidade local e diz que isso só irá acontecer quando tivermos quilombolas formados para trabalhar na sua própria comunidade respeitando e dialogando com a realidade local.  Mas quando isso vai acontecer? Se não temos quem nos permita a isso?

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