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Archive for setembro \30\UTC 2009

Do yahoo notícias

Montevideo, 28 sep (EFE).- La incidencia de la pobreza en los colectivos afrodescendientes de América Latina es “el doble” que la que sufre el resto de la población, advirtió hoy la directora en esta región del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), Rebeca Grynspan.

 Grynspan se expresó así en la presentación en Montevideo del seminario “Las mujeres afrodescendientes y la cultura latinoamericana: identidad y desarrollo”, en el que participan representantes de 17 países latinoamericanos y que se prolongará hasta mañana.

 El encuentro, organizado por la Dirección Regional del PNUD y financiado por la Comisión Europea y el Gobierno de Noruega, fue inaugurado, a través de videoconferencia, por el secretario general iberoamericano, Enrique Iglesias, quien no pudo acudir por su asistencia a la Asamblea General de la ONU en Nueva York.

 Iglesias ensalzó la “creatividad” y la “tenacidad” de las mujeres de ascendencia “afro” y recordó que a lo largo de sucesivas generaciones “han sido enfrentadas a una doble discriminación” en América Latina: por ser “mujeres” y por ser “afrodescendientes”.

 Iglesias subrayó que los colectivos de origen africano constituyen “entre un 20 y un 30 por ciento” de la población latinoamericana y han realizado “aportaciones de mucho valor que hay que reconocer y asumir como propias, porque nos pertenecen a todos”.

 Por su parte, Grynspan lamentó “la prolongada discriminación de la población afrodescendiente” en América Latina, en la que la incidencia de la pobreza “duplica” a la que sufren el resto de los ciudadanos de la región.

 Asimismo, la tasa de mortalidad infantil es “entre un 40 y un 50 por ciento más alta entre los afrodescendientes que en el resto de la población”, advirtió la directora regional del PNUD para América Latina y El Caribe.

 El desempleo, los niveles de escolaridad y el acceso a la salud son otros ámbitos en los que se pone de manifiesto esa situación de desigualdad.

 “Los datos demuestran que hay que superar la tiranía de los promedios, que esconden más de lo que reflejan”, aseveró Grynspan, quien recalcó que “la desigualdad no es sólo resultado de la discriminación del pasado”, sino de la que tiene lugar en la actualidad.

 La experta recordó que “el desarrollo es incompleto mientras persistan formas de discriminación” y resaltó que “el exceso de pobreza” en América Latina es “resultado de un exceso de desigualdad”.

 Por ello, la lucha no sólo debe orientarse a erradicar la pobreza sino también a disminuir las desigualdades de género, raciales y territoriales, opinó Grynspan.

 “Ser pobre en América Latina es, sobre todo, la imposibilidad de ejercer plenamente la ciudadanía”, aseveró la directora regional del PNUD.

 Es preciso impedir que la crisis económica internacional “convierta la pobreza coyuntural de América Latina en estructural”, como ocurrió durante la crisis de la década de los años ochenta, añadió.

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ARTICULAÇÃO DE MULHERES BRASILEIRA

Nota à imprensa – 25 de setembro de 2009

Enfrentamos hoje no Brasil e no mundo a reação conservadora às conquistas feministas das três últimas décadas no campo da sexualidade e reprodução. Setores políticos conservadores e grupos religiosos fundamentalistas católicos e protestantes aliam-se para interferir nas políticas públicas de saúde e planejamento familiar: propugnam a não distribuição de camisinhas, a não adoção de métodos contraceptivos, querem barrar a pílula do dia seguinte. Estes grupos atuam nos parlamentos, apresentando projetos de leis, mas atuam também diretamente nos serviços de saúde e na rede pública de educação. Divulgam informações erradas, fazem terrorismo e promovem a delação, perseguição e punição às mulheres, jovens e meninas que recorreram ao aborto como último recurso a uma gravidez indesejada. Organizam a CPI do aborto, instrumento para perseguir e humilhar as mulheres. Querem criminalizar o atendimento no SUS de casos de aborto previstos em Lei do ano de 1940, e pretendem barrar a legalização do aborto no Brasil. A criminalização do aborto, na prática, resulta em criminalização das mulheres, e, em geral, as mais pobres da classe trabalhadora, que não têm recursos para financiar aborto seguro em clínicas privadas e recorrem a métodos precários. Muitas destas mulheres morrem em decorrência do abandono ou maus tratos nos serviços de saúde, a maioria deixando filhos. É contra esta situação que, no próximo dia 28 de setembro, a Frente Nacional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto, lançada em setembro do ano passado, em São Paulo, organiza “18 horas de mobilização pela legalização do aborto no Brasil”, promovendo atos simultâneos ao longo desta segunda feira,28, por todo o país. A Articulação de Mulheres Brasileiras é parte da organização de atos em sete estados brasileiros.

No AMAPÁ, várias atos ocorrem desde o 23 de setembro: visita de fiscalização ao hospital da mulher sobre a questão do atendimento ao aborto legal, entrevistas em rádios, debates com os/as conselheiros/as e Secretaria da mulher. Para o dia 28, está programada uma ação de rua com exposição de faixas e distribuição de materiais em diversos cruzamentos com sinais e porta de fábricas. No dia 29, ocorre ato de adesão à Frente Frente Nacional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto com presença de parlamentares (senador, deputados/as estaduais, vereadores/as). Local: Auditório do Sindsep, às 15h. Contato: Articulação Mulheres do Amapá (AMA) – Lídia (96) 8117 5354

Na região do ABC PAULISTA ocorreu esta semana o lançamento da Frente, reunindo cerca de 100 pessoas, entre professores/as, autoridades municipais de cidades do ABC, integrantes e dirigentes de organizações do movimento de mulheres Informação com Jô (11) 7206 0816, Coletivo Alumiá/AMB- SP.

No RIO DE JANEIRO, as ações vão se concentrar nos Arcos da Lapa e no Largo da Carioca , entre 12 e 16h do dia 28, com banquinha para difusão de informações e panfletagem. Uma enorme faixa da Frente será ali colocada. Contato: AMB-RJ: Rogéria (21) 9122 0133

Em BRASÍLIA, as atividades começam ao meio dia e se estendem até à noite, sendo:12h às 14h – distribuição de panfletos e abertura de faixa no sinal em frente ao Shopping Pátio Brasil – W3 Sul; 16h às 17h30 – oficina de cartazes e camisetas na Praça da República (Esplanada); 17h30 às 19h – abertura de faixas nos dois sinais da rodoviária (do eixo monumental); 19h às 20h – batucada pela rodoviária; 20h30 – vigília na Praça da República (com velas). Contato: Fórum de Mulheres do DF/AMB: Natália e/ou Kauara (61) 3224 1791.

Na cidade de BELÉM, dia 27 ocorre Ato na Praça da República – 9h com o tema “Criminalizar o aborto resolve? Vai Pensando Aí”. Para o dia 28, das 15 às 18h, está programado debate e lançamento da Frente no estado. Local: FASE – Av. Bernal do Couto, esquina Alcindo Cacela. Contato: Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense /AMB: Nilde (91) 9122 3676. Em

FORTALEZA, a semana vai ser de panfletagem, encerrando com um seminário estadual com as trabalhadoras da CUT dia 01 de outubro. No dia 28 de setembro, a panfletagem será a partir das 12h30 em três fábricas da cidade. Contatos: Fórum Cearense de Mulheres/AMB-Beth (85) 9412 1692

Em RECIFE, dia 28, as ações começam às 9 da manhã, na Rua Sete de Setembro com apresentação do Grupo de Teatro Feminista Loucas de Pedra Lilás. Às 11h, no mesmo local, ocorre ato público de adesão à Frente com a presença de parlamentares, artistas e convidados/as. Ao longo do dia sucedem- se outros atos de adesão: 15h em Camaragibe, às 16h na CUT-PE e às 19h ocorre até de adesão do Fórum LGBT. Fórum de Mulheres de Pernambuco/AMB – Rejane (81) 88674780, Sula (81) 91163028, Joana (81) 92422919. Em vários outros estados, onde ainda não há Frente organizada, a AMB é parte da organização de debates e oficinas sobre tema como os que irão ocorrer em Chapecó (SC) e em Curitiba (PR).

APÓIE ESTA LUTA DIVULGUE AMPLAMENTE ESTA NOTA INFORME-SE CORRETAMENTE SOBRE O ASSUNTO O QUE É ABORTO?

A Organização Mundial de Saúde considera aborto o produto da interrupção de uma gravidez quando ocorre até a 22 (vigésima segunda) semana completa de gestação, 154 dias, e com produto da concepção pesando até 500gr. Depois deste período, é considerado parto prematuro. No Brasil, e em outras partes, ainda é freqüente que as mulheres considerem aborto a interrupção da gravidez que ocorre a partir do momento que a barriga aparece. Enquanto a barriga não aparece e a menstruação está atrasada, inúmeras mulheres usam diversos métodos para fazer descer a menstruação. Muitas vezes há uma gravidez em curso, ainda muito inicial, mas se a barriga não aparece, não consideram que seja um aborto.

QUEM É A MULHER QUE ABORTA?

No Brasil, a maioria das mulheres que recorre a um aborto é de mulheres jovens, entre 20 e 29 anos de idade, que já têm um ou dois filhos, que estão usando método para evitar filhos e estão vivendo com um companheiro fixo, e que, muitas vezes, decidiram em comum acordo com este companheiro pela interrupção daquela gravidez. (Pesquisa da Universidade de Brasília. 2008).

QUAL É A PROPOSTA DE LEGALIZAÇÃO?

Defendemos a proposta de projeto de lei que legaliza o aborto no Brasil, resultante do trabalho da Comissão Tripartite, elaborado em 2005, sob coordenação da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres(SPM). Esta Comissão foi instalada pelo Governo Federal para responder à deliberação da I Conferência Nacional de Políticas para Mulheres (CNPM), deliberação esta que foi reafirmada na II CNPM, eventos que juntos reuniram mais de 200 mil mulheres nos anos de 2004 e 2007. Propomos que seja legal o aborto realizado sempre por livre decisão da mulher e nas seguintes condições:

− realizado até a 12ª semana de gestação; − realizado até a 20ª semana de gravidez quando a gravidez decorre de violência sexual;

− realizado a qualquer momento, em casos de grave risco para a vida da mulher gestante.

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Acesse e saiba mais informações no http://www.frentepelodireitoaoaborto.blogspot.com

Manifesto contra a criminalização das mulheres que praticam aborto Em defesa dos direitos das mulheres Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e condenadas por recorrerem à prática do aborto. Isso ocorre porque ainda temos uma legislação do século passado – 1940 –, que criminaliza a mulher e quem a ajudar. A criminalização do aborto condena as mulheres a um caminho de clandestinidade, ao qual se associam graves perigos para as suas vidas, saúde física e psíquica, e não contribui para reduzir este grave problema de saúde pública. As mulheres pobres, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades, são as que mais sofrem com a criminalização. São estas que recorrem a clínicas clandestinas e a outros meios precários e inseguros, uma vez que não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra altíssimos preços, nem podem viajar a países onde o aborto é legalizado, opções seguras para as mulheres ricas. A estratégia dos setores ultraconservadores, religiosos, intensificada desde o final da década de 1990, tem sido o “estouro” de clínicas clandestinas que fazem aborto. Os objetivos destes setores conservadores são punir as mulheres e levá-las à prisão. Em diferentes Estados, os Ministérios Públicos, ao invés de garantirem a proteção das cidadãs, têm investido esforços na perseguição e investigação de mulheres que recorreram à prática do aborto. Fichas e prontuários médicos de clínicas privadas que fazem procedimento de aborto foram recolhidos, numa evidente disposição de aterrorizar e criminalizar as mulheres. No caso do Mato Grosso do Sul, foram quase 10 mil mulheres ameaçadas de indiciamento; algumas já foram processadas e punidas com a obrigação de fazer trabalhos em creches, cuidando de bebês, num flagrante ato de violência psicológica contra estas mulheres. A estas ações efetuadas pelo Judiciário somam-se os maus tratos e humilhação que as mulheres sofrem em hospitais quando, em processo de abortamento, procuram atendimento. Neste mesmo contexto, o Congresso Nacional aproveita para arrancar manchetes de jornais com projetos de lei que criminalizam cada vez mais as mulheres. Deputados elaboram Projetos de Lei como o “bolsa estupro”, que propõe uma bolsa mensal de um salário mínimo à mulher para manter a gestação decorrente de um estupro. A exemplo deste PL, existem muitos outros similares. A criminalização das mulheres e de todas as lutas libertárias é mais uma expressão do contexto reacionário, criado e sustentado pelo patriarcado capitalista globalizado em associação com setores religiosos fundamentalistas. Querem retirar direitos conquistados e manter o controle sobre as pessoas, especialmente sobre os corpos e a sexualidade das mulheres. Ao contrário da prisão e condenação das mulheres, o que necessitamos e queremos é uma política integral de saúde sexual e reprodutiva que contemple todas as condições para uma prática sexual segura. A maternidade deve ser uma decisão livre e desejada e não uma obrigação das mulheres. Deve ser compreendida como função social e, portanto, o Estado deve prover todas as condições para que as mulheres decidam soberanamente se querem ou não ser mães, e quando querem. Para aquelas que desejam ser mães devem ser asseguradas condições econômicas e sociais, através de políticas públicas universais que garantam assistência a gestação, parto e puerpério, assim como os cuidados necessários ao desenvolvimento pleno de uma criança: creche, escola, lazer, saúde. As mulheres que desejam evitar gravidez devem ter garantido o planejamento reprodutivo e as que necessitam interromper uma gravidez indesejada deve ser assegurado o atendimento ao aborto legal e seguro no sistema público de saúde. Neste contexto, não podemos nos calar! Nós, sujeitos políticos, movimentos sociais, organizações políticas, lutadores e lutadoras sociais e pelos diretos humanos, reafirmamos nosso compromisso com a construção de um mundo justo, fraterno e solidário, nos rebelamos contra a criminalização das mulheres que fazem aborto, nos reunimos nesta Frente para lutar pela dignidade e cidadania de todas as mulheres. Nenhuma mulher deve ser impedida de ser mãe. E nenhuma mulher pode ser obrigada a ser mãe. Por uma política que reconheça a autonomia das mulheres e suas decisões sobre seu corpo e sexualidade. Pela defesa da democracia e do principio constitucional do Estado laico, que deve atender a todas e todos, sem se pautar por influências religiosas e com base nos critérios da universalidade do atendimento da saúde! Por uma política que favoreça a mulheres e homens um comportamento preventivo, que promova de forma universal o acesso a todos os meios de proteção à saúde, de concepção e anticoncepção, sem coerção e com respeito. Nenhuma mulher deve ser presa, maltratada ou humilhada por ter feito aborto! Dignidade, autonomia, cidadania para as mulheres! Pela não criminalização das mulheres e pela legalização do aborto! Frente nacional pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização do aborto
Para assinar este manifesto clique no link:
http://www.petitiononline.com/abortole/petition.html

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Frente pela descriminalização do aborto é lançada na Paraíba.

Neste 28 de setembro, dia de luta pela descriminalização do aborto na América Latina e Caribe, o movimento de mulheres e os movimentos sociais da Paraíba lançam a FRENTE PELO FIM DA CRIMINALIZAÇÃO DAS MULHERES E PELA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO. O lançamento será às 15h00, em João Pessoa, no Parque Sólon de Lucena, na frente da loja Esplanada.

Mais de 13 mil atendimentos às mulheres em processo de abortamento foram realizados, no período de janeiro de 2008 a maio de 2009, no sistema público de saúde das cidades de João Pessoa e Campina Grande, segundo o DATASUS do Ministério da Saúde. Os dados fazem parte de uma pesquisa realizada pela organização não governamental Cunhã-Coletivo Feminista.

Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde, a metade das gestações não é planejada. Uma em cada nove mulheres recorre ao abortamento para interrompê-las. Estima-se que na América Latina e no Caribe ocorram, anualmente, 18 milhões de gestações, sendo que destas 52% não foram planejadas, com 23% terminando em abortamento. No Brasil, calcula-se que 31% das gestações terminam em abortamento.

São as mulheres pobres, negras, jovens do campo e da periferia que mais sofrem com a criminalização do aborto, recorrendo às clínicas clandestinas e outros meios precários e inseguros. Só no Mato Grosso do Sul quase 10 mil mulheres foram ameaçadas de indiciamento pela Justiça por terem recorrido à prática do aborto. Muitas são mal tratadas e humilhadas quando procuram atendimento nos hospitais públicos.

CONTATOS:

Fórum de Mulheres da Paraíba – Lourdes Meira – 8886 9919

Associação de Mulheres Brasileiras – Maria Lúcia de Oliveira – 9959 5844

Marcha Mundial de Mulheres – Socorro Almeida – 8725 6811

Rede de Mulheres em Articulação da Paraíba – Rosângela Silva – 9979 3201

Rede Feminista de Saúde – Socorro Borges – 8741 8327

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Mais uma vez, jovens de todo o Brasil estarão empenhados em construir propostas decisivas para a I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Acompanhe AGORA transmissao ao vivo em http://www.justin.tv/viracao

Tambem se ligue no Twitter da Viracao! @viracao

Da Redação da Revista Viração (24/09/2009)

 Nos dias 25 e 26 de setembro, em Brasília (DF), acontece a Conferência Livre de Juventude e Comunicação, organizada pelo Conselho Nacional de Juventude (Conjuve). Durante o encontro, representantes de diferentes movimentos sociais discutirão temas relacionados à democratização da comunicação.

O evento será realizado na Agência Nacional de Águas e contará com mesas de debate e grupos de trabalho ao longo dos dois dias. Assuntos como o direito à comunicação, novas tecnologias e diversidade serão abordados pelos jovens e alguns especialistas, como, por exemplo Fabrício Solagna (Associação Software Livre) e Bráulio Ribeiro (Associação de Rádios Públicas do Brasil – ARPUB).

Haverá, ainda, a presença de 30 virajovens de todo o Brasil e da Rede de Jovens Comunicadoras e Comunicadores fazendo cobertura em tempo real nos endereços http://www.revistaviracao.org.br/conferencia, http://www.twitter.com/viracao, além de transmissão de vídeo e áudio ao vivo no site http://pt-br.justin.tv/, no canal Viracao.

TÁ na MÃO
Contatos:
Lilian Romão (11) 9946-6188 – lilian@revistaviracao.org.br

Vivian Ragazzi – vivian@revistaviracao.org.br

Conferência Livre de Juventude e Comunicação
25 e 26/09
Local: Agência Nacional de Águas – ANA – Endereço: Setor Policial, Área 5, Quadra 3, Auditório
Horário: A partir das 10h (25/09) e das 8h30 (26/09)

Programação

Dia 25/09
10h – Mesa de abertura
Comissão Nacional Organizadora da Confecom pela sociedade civil
Comissão Nacional Organizadora da Confecom pelo governo
Secretaria Nacional de Juventude
Comissão de Comunicação do Conjuve
Rede de jovens Comunicadores

11h – Mesa 1: Direito à Comunicação
Princípios de uma Comunicação Democrática – Fernando Paulino (LAPCOM / UNB)
Mecanismos de Participação e Controle Público/Social – Bia Barbosa (Intervozes)
Concentração dos meios e mecanismos de estímulo à diversidade e a pluralidade – Renata Mielli (Comissão Nacional de Comunicação do PCdoB, diretora de comunicação da Associação Vermelho)
Mediação – Conjuve

12:30h às 14:30 – almoço

14:30 – Mesa 2: Novas tecnologias
Internet e novas mídias e controle da internet – Fabrício Solagna (Associação Software Livre)
Desafios do Campo Público – Bráulio Ribeiro (Associação de Rádios Públicas do Brasil – ARPUB)
Mediação – Conjuve

16:30 – Mesa 3: Diversidade e participação
Juventude e Comunicação – Revista Viração
Acesso, produção e difusão de mídia jovem – Isis Soares Lima (Projeto Cala a Boca já Morreu)
Representação do jovem na mídia – Regina Novaes
Mediação – Conjuve

Dia 26/09

8:30 – Início dos trabalhos
Resgate dos principais pontos do dia anterior
Divisão dos participantes por 4 Grupos de Trabalho
Orientações para os GTs

9:30 – GTs
Cada grupo de trabalho contará com um facilitador para provocar o debate e conduzir o grupo.

12h – 13:30 – almoço
13:30 – Plenária e Priorização das Propostas
15:30 – Encerramento

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por www.cantojovem.wordpress.com

Nos dias 25 e 26 de setembro, em Brasília, acontece a II Conferência Nacional Livre de Juventude e Comunicação. A primeira aconteceu em São Paulo, julho desse ano. Essa conferência está sendo organizada pelo Conselho Nacional de Juventude com apoio da Rede de Adolescentes e Jovens Comunicadores e Comunicadoras.

A ideia é que a se construa propostas de políticas públicas em comunicação voltadas à Juventude. Teremos como base a Carta construída no encontro de São Paulo e a proposta de temário que ainda está em discussão com a comissão organizadora da Conferência Nacional. Depois de construídas as propostas, o grupo tem o interesse em fazer com que os jovens incorporem as decisões das conferências livres nas conferências estaduais e na conferência nacional.

Mais informações: http://www.juventude.gov.br/conselho

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Na semana que se inicia no dia 28 de Setembro (Dia da Luta pela Descriminalização do Aborto da América Latina e Caribe – data estabelecida em 1999 pelo movimento de mulheres), cinco canais de TV a cabo e aberta exibirão o documentário “Fim do Silêncio”, sobre o aborto inseguro, de Thereza Jessouroun, inédito em TV. Confirmaram a exibição: o Canal Futura, a TV Câmara, a TV Educativa da Bahia, a TV SESC e a TV Cultura. Alguns dos canais vão programar um debate sobre o tema antes ou depois da exibição do documentário.

No dia 28 de Setembro vários eventos e manifestações marcam a data em algumas cidades do país. Em Fevereiro de 2008, a Fiocruz, instituição pública ligada ao Ministério da Saúde, organizou um edital público para a realização de programas de curta e média-metragem, de ficção e documentário, cujo tema era saúde pública. FIM DO SILÊNCIO foi o projeto vencedor na categoria documentário de 52 minutos. Os outros temas selecionados foram saúde e meio ambiente, saúde indígena, saúde mental, saúde na adolescência, história da saúde e problemas de saúde enfrentados por populações periféricas. FIM DO SILÊNCIO foi finalizado em março de 2009 e está inédito em televisão.

No início de Dezembro, ainda na fase de edição, a produção colocou no youtube nove minutos com cenas do filme. O resultado foi explosivo. Até hoje, 16.220 exibições já foram registradas no youtube. Várias matérias em jornais impressos, virtuais e de televisão noticiaram o documentário. Inúmeros blogs e sites de revistas discutiram o tema.

A revista VEJA deu capa ao tema, com o título “ABORTO: Os Médicos Rompem o Silêncio”, e alguns canais de TV produziram debates sobre o tema, como a 3 a 1 da TV Brasil. FIM DO SILÊNCIO foi tema na capa do Globo On Line do dia 5 de Janeiro e gerou uma pesquisa on-line junto aos internautas com a pergunta: “Você é contra ou a favor da descriminalização do aborto?” No youtube, as cenas ainda estão no ar em http://www.youtube.com/watch?v=XbSUP0G5_Y0

No documentário, pela primeira vez, mulheres, de três estados do país, de diferentes idades, religiões, classes sociais e profissões, falam para a câmera, sem esconder rostos nem identidades, como e porque fizeram aborto. Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco estão nas duas regiões (Sudeste e Nordeste) que concentram maior número de abortos inseguros do país. O documentário confirma que o aborto inseguro é um dos mais graves problemas de saúde pública do nosso país, e ainda, demonstra que a criminalização do aborto não está impedindo milhares de mulheres de fazerem o aborto e a correrem risco de vida, submetendo-se a seqüelas físicas e psicológicas.

Informações importantes sobre o tema em cartelas sobre fundo negro, pontuam todo o documentário. Só foram incluídos depoimentos de mulheres que fizeram aborto há mais de 8 anos, pois o “crime” prescreve depois deste período. Apenas 26% dos países do mundo ainda não descriminalizaram o aborto. Todos eles na América Latina, África e Ásia. O Brasil é um deles.

No Brasil o aborto foi considerado crime em 1940 (Código Penal Brasileiro), sendo permitido hoje apenas para gravidez resultante de estupro e em caso de risco de vida da gestante. Esta lei ainda está em vigor. Estima-se que ocorram cerca de 1 milhão de abortos inseguros no Brasil a cada ano, com 200 mortes anuais estimadas em conseqüência de abortos ilegais. O estado com maior número de abortos inseguros do país é o estado da Bahia. O aborto tem sido discutido sob o prisma religioso e moral, e a sociedade classifica as mulheres que abortam como assassinas e criminosas. Nunca se deu voz a elas para se entender as razões que as fazem optar pelo aborto.

O documentário vai surpreender ao revelar que muitas delas fazem aborto por imposição dos maridos ou ainda, que a decisão é tomada em conjunto com os parceiros. A julgar pelas manifestações geradas pela exibição no youtube, podemos afirmar que o documentário provocará um forte impacto na população com as revelações das mulheres. Será o fim do tabu?

EXIBIÇÕES FIM DO SILÊNCIO

CANAL

DIA

HORA

PROGRAMA
Futura

28/09

23:30

Programa Especial
TV Camara

 

29/09

 

22:30

21:30

Documentário

Debate ao vivo     Expressão Nacional

TV Educativa BA

30/09

22:00

Programa Especial
TV SESC 28/09

19:30

Documentário
TV CULTURA 1/10

23:10

Especial Cultura

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