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Archive for março \23\UTC 2010

Do Ipas Brasil

Em homenagem ao centenário do Dia Internacional da Mulher, será aberta no dia 23 de março, no Espaço Cultural Zumbi dos Palmares, Corredor de Acesso ao Plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, a exposição “Mulheres entre luzes e sombras”, de João Roberto Ripper, amplamente reconhecido como um dos melhores fotógrafos brasileiros que trabalha com temas sociais.

A exposição enfoca mulheres ameaçadas em seus direitos. Mulheres que têm de mergulhar em si mesmas e nos contatos com as pessoas que amam, buscando, equilíbrio, alegria e força para resistir às discriminações de que são vítimas.

Numa divisão temática, a iniciativa apresenta quatro blocos que são, ao mesmo tempo, distintos, mas que se entrelaçam, pois pretendem contar histórias que apresentam a vida dessas mulheres, como se formassem um todo.

Em quatro blocos, entrelaçados pelas histórias dessas mulheres, a exposição traz Corpos Explorados – este bloco traz imagens que retratam a vida profissional, o trabalho como meio em busca de si mesmas – , Corpos Violados – imagens que retratam como a violência e a omissão afetam a integridade física, psicológica e sexual das mulheres -, Corpos Ameaçados – o universo proibido, mulheres que seguem em defesa do direito a tomar decisões sobre suas próprias vidas – e Corpos Livres – imagens que nos remetem à histórias de superação, determinação e força de mulheres, mães, conselheiras, fazedoras, contadoras de histórias de vidas e cidadãs.

Serão cerca de 50 ampliações do fotógrafo, feitas ao longo de sua carreira e algumas produzidas especialmente para esta oportunidade, sobre a questão da mulher, seus direitos e opressões.

O evento também contará com a participação do Grupo Loucas de Pedra Lilás, especializado em promover, através do teatro e com humor, as posturas cidadãs, quer sejam nas relações entre homens e mulheres, quer sejam nas questões urgentes e atuais como educação sexual e reprodutiva ou ainda prevenção e combate à violência, entre outras. As Loucas já se apresentaram em países como Alemanha, Colômbia, Chile, Suíça e também na Galícia.

A exposição é coordenada pela organização Ipas Brasil, em parceria com Articulação Brasileira de Jovens Feministas, Articulação de Mulheres Brasileiras, Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras, Centro Feminista de Estudos e Assessoria, Comitê Latino-americano e do Caribe pelos Direitos da Mulher, Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, Fórum Nacional de Mulheres Negras, Grupo de Teatro Loucas de Pedra Lilás, Jornadas pelo Direito ao Aborto Legal e Seguro, Liga Brasileira de Lésbicas, Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais e Rede Nacional Feminista de Saúde e Direitos Sexuais e Reprodutivos. Os apoiadores são Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e ActionAid.

João Roberto Ripper

João Ripper é amplamente reconhecido como um dos melhores fotógrafos brasileiros que trabalha com temas sociais. Foi um dos fundadores da ONG Imagens da Terra, com o objetivo de documentar a injustiça social no campo e nas cidades. Seu trabalho inclui documentação sobre trabalho infantil, trabalho forçado, populações indígenas, trabalhadores rurais, brutalidade policial e pobreza urbana. Atualmente, desenvolve trabalhos como freelancer para os seguintes órgãos: Washington Post, New York Times, Le Monde, Herald Tribune, Revista Nacla, Revista da Fundação Ford, Revista Tempo e Presença, Revista Novamérica, Revista Senac, Educação Ambiental, Agencia Rapho, revista Século, Revista Marie Claire, Revista Caros Amigos, Revista Veja, Revista Tudo, Revista Domingo (Jornal do Brasil), Revista Sem Fronteiras. Fundador e coordenador da Escola de Fotógrafos Populares Imagens do Povo. É professor convidado do curso de Pós-Graduação em “Fotografia como Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais”, da Universidade Cândido Mendes (Rio de Janeiro). Há 13 anos faz documentação social em comunidades indígenas do Mato Grosso do Sul, principalmente entre os Guaranis-kaiowás.

Exposição fotográfica “Mulheres entre luzes e sombras”
Abertura: 23 de março, às 11h
Visitação: 23 de março a 8 de abril de 2010
Local: Espaço Cultural Zumbi dos Palmares – Corredor de Acesso ao Plenário da Câmara dos Deputados – Brasília, DF
Entrada franca

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América Latina y el Caribe es la región con mayores desigualdades en la distribución de la riqueza. Las chavas, chica, joven o como nos queramos denominar, representamos la mayor parte de la población total y por esta condición de jóvenes y mujeres se nos condena a vivir en mayor desigualdad.

Nuestra generación ha tenido más avances gracias a las luchas de otras mujeres que reivindicaron nuestra dignidad y nuestra autonomía.

Sin embargo en esta generación nos enfrentamos a problemáticas contradictorias: un avance tecnológico y globalizado no ha significado mejores condiciones para nosotras. Día a día luchamos por mejorar nuestras condicionas y ejercer nuestros derechos.

HOY

Seguimos luchando por que en nuestras familias no se nos desplace por ser mujeres, o se nos exija trabajo doméstico o mayores responsabilidades distribuidas de manera inequitativa y equívoca.

Trabajamos porque en nuestras comunidades, pueblos o ciudades no seamos agredidas, acosadas o traficadas sexualmente.

Por que las que vivimos en las fronteras no seamos objeto del feminicidio.

 Porque en los conflictos armados nuestros cuerpos no sean utilizados como botín de guerra.

Nos movilizamos para acceder a una educación laica, para que no seamos expulsadas de las escuelas por estar embarazadas.

Por el derecho a decidir y a que se nos respete por ello.

Por el derecho a tener un empleo pagado equitativamente donde no exista acoso laboral y que no seamos mano de obra barata en las maquilas u otro empleo formal por el hecho de ser mujer o joven.

Exigimos que nuestros cuerpos no sean objetos de consumo y que no se nos encasille en estereotipos sexistas donde las alternativas se reducen a seguir las modas infundadas como la anorexia, la bulimia, la depresión, la inconformidad con nuestro propio cuerpo, contradiciendo a quienes no tienen garantizada una alimentación mínimamente respetable en las zonas más pobres y marginadas de la región.

Buscamos se nos reconozca como jóvenes, no sólo como niñas, madres o hijas sino como MUJERES JÓVENES;  heterosexuales, lesbianas, bisexuales, transexuales, caucásicas, afrodescendientes, indígenas, desde todas nuestras iversidades, esencialmente ciudadanas todas NOSOTRAS.

Generamos acciones para que en los medios de comunicación no se sigan reproduciendo estereotipos e imaginarios sobre nosotras, ni sobre ninguna mujer.

Nos unimos para estar, aparecer y ser parte de la realidad que construimos entre todas las personas. Por mi voz y por nuestra voces.

Así en el marco del 8 de Marzo, hacemos un llamado a todas las personas y los gobiernos que nos representan:

A construir relaciones equitativas, solidarias, que rompan el poder machista, adultista, lesbofóbico, racista y patriarcal que reproducimos en la familia, en las escuelas, en los medios de comunicación y en todas las comunidades.

A visibilizar las particularidades y a reconocer la diversidad que las distintas mujeres jóvenes enfrentamos en la región por nuestra condición indígena, afrodescendiente, preferencia sexual, entre otras.

A que los gobiernos nos reconozcan como actoras sociales, desde lo estratégico y político y no dentro de un ajeno conglomerado de mujeres y jóvenes.

A diseñar e implementar políticas, acciones y programas que generen condiciones donde se mejoren las situaciones de desigualdad e injusticia social que vivimos.

A construir pactos de respeto y solidaridad entre las personas donde las relaciones con el medio ambiente se construyan de forma  equitativa y no violenta.

A respetar y hacer valer el ejercicio de mi autonomía sexual y reproductiva, que los gobiernos destinen recursos y programas amigables

a mi edad para poder gozar de los avances científicos y la  información oportuna sobre mi cuerpo y mi sexualidad.

Porque todas somos una, porque nos llamamos María, Sofía, Nilda, Yunuén, Marianela, Silvia, Claudia, Mariana, Lucía, Verónica, Paola, Cecilia, Silvana, Elena, Camila, Klara, Salomé, Lorena y vivimos en Argentina, Brasil, Bolivia, Chile, Colombia, Costa Rica, Ecuador, El Salvador, Guatemala, Honduras, nicaragua, México, Paraguay, Perú, Uruguay, Venezuela, etc. Todas en América Latina.

Porque la autonomía es un derecho de todas…

ORGANIZACIONES FIRMANTES

Espolea, A.C. (México), Centro de Derechos Humanos Fray Francisco de Vitoria (México), Las Ramonas (Paraguay), Elige (México) Plataforma Nacional de Juventud, Proyecto 15.35 (México), Red Latinoamericana y Caribeña de Jóvenes por los Derechos Sexuales y Reproductivos (REDLAC), Espacio Iberoamericano de la Juventud (EIJ), Colectivo Crack.

PERSONAS

Yunuén Flores (México), Alondra Sevilla (Nicaragua), Marianela Sequeira (Nicaragua) Nilda Ríos (El Salvador), Mirta Moragas (Paraguay ), María Goñi (Argentina ), Klara Meyra (México), Paola Brenes (Costa Rica), Natalia Garay (El alvador), Rutilia Jiatz (Guatemala), Fernanda Hopenhaym ( México /Uruguay), Silvia Tamayo (Bolivia), Verónica Vidal (México/Uruguay).

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