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Archive for maio \30\UTC 2010

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Salvador sedia Pré-Conferência de Juventude das Américas

fonte:http://www.unesco.org/new/en/unesco/

Entre os dias 24 e 26/05, a cidade de Salvador (BA) sediará a Pré-Conferência de Juventude das Américas, que vai reunir representantes governamentais e da sociedade civil do Brasil e de outros 27 países.

O evento, realizado por meio de um acordo de cooperação entre a UNESCO e a Secretaria Nacional de Juventude, antecede a Conferência Mundial de Juventude agendada para agosto no México. A Pré-Conferência debaterá os avanços das políticas juvenis no Continente e deve construir uma pauta conjunta que será levada ao encontro mundial.

A pré-conferência será realizada no Hotel Pestana e o ato de abertura, às 10h de segunda-feira (24/05), contará com a presença do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci; do secretário nacional de Juventude, Beto Cury; do governador da Bahia, Jaques Vagner; da ministra de Juventude do México, Priscila Vera; da coordenadora do Grupo de Trabalho da para a Conferência da Juventude e  diretora regional do Fundo de População das Nações Unidas para a América Latina (UNFPA), Marcela Suazo; do coordenador residente das Nações Unidas (ONU) no Brasil, Jorge Chediek; e do secretário-geral da Organização Ibero-Americana de Juventude (OIJ), Eugênio Ravinet, entre outras autoridades.

A Conferência Mundial do México faz parte das comemorações da Organização das Nações Unidas (ONU) que elegeu 2010 como o Ano Internacional da Juventude. O objetivo da entidade é estimular jovens de todo o mundo a se engajarem na conquista dos Objetivos do Milênio (ODMs), que buscam reduzir uma série de males sociais até 2015, entre eles o combate à fome, à mortalidade materna e infantil, à extrema pobreza e à falta de acesso à educação.

A pré-conferência de Salvador está sendo organizada pelo Brasil a pedido do governo mexicano, em reconhecimento ao esforço que o país vem realizando nos últimos anos para consolidar uma política de juventude que seja capaz de assegurar plenamente os direitos dos jovens, para que estes exerçam, na prática, o papel de protagonistas nos projetos prioritários do país.

O evento está sob responsabilidade da Secretaria Nacional de Juventude, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República, em parceria com o governo da Bahia e com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), por meio de várias agências como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), entre outras; conta também com o apoio de outros organismos internacionais, como a Organização Ibero-Americana de Juventude (OIJ).

Até o momento 200 participantes de 27 países, entre eles, representantes de governo, parlamento, ONGs e Agências do sistema ONU confirmaram presença. Entre os países representados estão: Argentina, Barbados, Belize, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Espanha, Estados Unidos, França, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Trinidad e Tobago e Uruguai.

A UNESCO participará ativamente da Conferência, em especial no painel “Análise Temática da Juventude Americana”, no dia 24 de maio. Michèle Berthelot, do Escritório Regional da UNESCO para Educação na América Latina e Caribe (UNESCO/OREALC), e Daniel Coulomb-Herrasti, do setor de Ciências Humanas e Sociais (SHS) da sede da UNESCO, participarão respectivamente das discussões educação e violência juvenil. A coordenadora de Ciências Humanas e Sociais da Representação da UNESCO no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, fará a moderação do painel temático. Também participarão do evento Teresita Escoto, do Escritório da UNESCO na Costa Rica.

Serviço:
Pré-Conferência das Américas
24 a 26 de maio
Hotel Pestana, Salvador (BA)
Mais Informações: www.juventude.gov.br

Assessoria de Comunicação da Secretaria-Geral da Presidência da República:
(61) 3411.1407
Assessoria de Comunicação do UNFPA no Brasil: (61) 3038.9259 e (61) 9181.1000
Assessoria de Comunicação da UNESCO no Brasil: (61) 2106.3536 e (61) 2106.3539

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No calor da eleição para o DCE da UFBA, a Juventude do PT, como é de praxe entre todas as forças políticas que atuam no M.E., começou a entoar os gritos de guerra de costume. Nós, da UJS, no clima da eleição e sem a intenção de criar confusão, respondemos dando as costas e dançando. Neste momento, fomos surpreendidas com a entoação de palavras ofensivas, que diziam que a UJS tinha apenas peito e bunda. E é sobre este fato que gostaria de tecer alguns comentários.

Ao dizer que “a UJS só tem peito e bunda”, o que se afirma é que as mulheres da União da Juventude Socialista não possuem conteúdo político e se utilizam do corpo para alcançar seus objetivos. Nesse sentido, duas abordagens são necessárias.

A primeira é sobre a forma como nós, da UJS, mulheres e homens, construímos as lutas e fazemos política. Nossa organização se edifica a partir do amadurecimento das idéias, com amplos debates que buscam o consenso através do convencimento. Este método exige da militância muito estudo para que a discussão política seja travada com alto nível e com argumentações que sejam capazes de convencer nossos camaradas sobre qual o melhor caminho a seguir.

A segunda diz respeito à luta feminista que a UJS constrói, junto com a UBM, em diversos espaços e movimentos. A luta feminista e a luta antirracista fazem parte do processo de construção do socialismo. Entendemos que é preciso superar essas questões para, só então, alcançar igualdade plena de direitos. Ainda assim, nos deparamos com a intensificação da luta de gênero diariamente e, mesmo no seio do movimento social, temos que enfrentar o machismo. Para nós fazermos política, precisamos nos desvencilhar de uma carga imensa de pensamentos atrasados que permeiam esse universo. O preconceito, reflexo do machismo dos homens, já é velho conhecido das mulheres militantes.

A questão a que quero me referir aqui, em relação às palavras vexatórias e desqualificantes que nos foram empregadas, é ainda mais preocupante. Trata-se de terem sido orquestradas com a participação de mulheres que, a priori, são nossas aliadas na luta pela emancipação feminina. As mulheres que entoaram o dizer “a UJS só tem peito e bunda” são as mesmas que dizem “legalizar o aborto, direito ao nosso corpo” e “o movimento que eu faço tem mulheres em todos os espaços”. Observamos que, nesse contexto, há uma contradição que se reflete na prática, uma vez que não basta que as mulheres estejam em todos os espaços se não conseguirmos enxergá-las a partir da contribuição política e capacidade de intervenção que elas possuem.

A contradição se acentua quando mulheres que exigem a liberdade sobre o nosso corpo o utilizam como meio de intimidação ao debate político. Dizer que nós só temos peito e bunda é nos reduzir ao que certos homens tentam fazer nos espaços que disputamos.

No séc. XXI, as mulheres começam a colher frutos das lutas emancipacionistas que as Dandaras, Luizas e Loretas forjaram em seus momentos.  Nós somos mulheres por excelência, com conteúdo político, disposição e garra para construir uma sociedade sem machismo e sexismo. Somos mulheres completas, com direito à vaidade, ao peito e à bunda. Mas não é isso que nos referencia. A luta emancipacionista perpassa pelo desprezo às características físicas. Não é comum que os belos homens que atuam na política sejam pautados pela sua beleza. Com nós mulheres, isso não deve ser diferente. A nossa capacidade de articulação e percepção da realidade vem da escola do socialismo, que muito nos orgulha. Nossas referências são de gestoras, professoras, artistas,  sindicalistas, mulheres guerreiras e trabalhadoras, como Loreta Valadares, Alice Portugal, Jandira Fegalli, Olívia Santana, Luciana Santos e tantas outras camaradas que nos honram nos espaços políticos que ocupam, não pelas suas qualidades físicas, mas pelas contribuições dadas para o amadurecimento das questões de gênero e pela forma qualificada e comprometida com que atuam.

No momento em que me dei conta de que as nossas companheiras na luta do combate ao machismo estavam nos pautando pelas características físicas, como se nós não pudéssemos ter sido agraciadas, de alguma forma, pela natureza também no aspecto anatômico, me acometeu um sentimento de decepção. Passou pela minha mente o caso da moça da UNIBAN em São Paulo. A situação vexatória a qual foi submetida por seus colegas de universidade, por estar vestida de modo a demonstrar o poder que tem sobre o seu corpo, em pouco se diferencia do constrangimento ao qual fomos submetidas na noite de 29 de abril, no PAF 3, afora o substancial fato de quem patrocinou o ato.

Naquele momento, me dei conta de que o caminho para alcançar a superação do machismo é uma longa estrada a ser percorrida. Pergunto-me quais de nós possui o real e necessário compromisso com esta questão. Quantas de nós estamos livres da chaga machista e aptas a enfrentar debates sobre a nossa sociedade, sendo vistas apenas como seres políticos? A decepção é larga e profunda. Ser hostilizada por mulheres que se apresentam como aliadas – que atuam através da MMM (Marcha Mundial de Mulheres), que travam batalhas, junto com  a UBM (União Brasileira de Mulheres) e outras tantas entidades representativas da mulheres, no sentido de fazer um presente e construir um futuro  de igualdade e equidade de gênero – é de uma dor desmedida.

Junto com a decepção, surge também a vergonha. Parece que, de alguma forma, os anos de labuta, ali, foram reduzidos a pó, por companheiras que se mostraram confusas e imaturas em sua atitude, deixando cair a máscara da incompreensão sobre a ação de combate, fazendo emergir o monstro do machismo. Não pretendemos dividir o movimento feminista. O que propomos aqui é uma reflexão sobre a prática e a contradição na atuação cotidiana das mulheres que o organizam. Sabemos que os segmentos de tal movimento, possuem em seus quadros muitas companheiras aguerridas que, comprometidas com a causa, trabalham para a formação e conscientização das que ainda se encontram em estágio imaturo e embrionário, muito embora tenham potencial e  predisposição para a guerra.

Esse ano, de eleição para a Presidência da República, é um marco para a luta das mulheres. Teremos uma candidata alinhada com o atual projeto de progresso e desenvolvimento social, comprometida com a soberania do país, feminista e com qualificação política. Nós, mulheres da União da Juventude Socialista, estaremos nesta batalha para conduzi-la ao posto máximo da política e do poder no Brasil.

Seguiremos empenhadas em fazer com que a sociedade supere o machismo. A luta é árdua, mas a perseverança e o objetivo são características da militância, que tem o fortalecimento da nação como caminho e o socialismo como rumo. Travaremos muitos debates para ver florescer o Brasil como nunca se viu, sem desigualdades sócio-raciais e onde nós, mulheres, sejamos vistas pela nossa competência. Seguiremos atuando para ser muito mais Brasil, como, oportunamente, preconiza o lema do 15º Congresso da UJS.

Aline Ramos Moreira é membro da Direção da UJS-BA, militante da UBM e da UNEGRO.

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Do Seeb Rio de Janeiro

Seeb Rio de Janeiro

O Itaú Unibanco mostrou mais uma vez ter uma política de recursos humanos que discrimina e persegue os homossexuais. No último dia 26, o gerente geral da agência Campo Grande, César Ribeiro, demitiu a agente comercial Márcia Cristina Tomé Líbano (na foto, à esquerda, ao lado de sua companheira Maria Serpa), alguns meses após saber que ela tinha uma companheira. Antes, porém, chamou-a para seguidas “conversas reservadas” em que ficou clara uma absurda discriminação e invasão de privacidade. Numa delas, em dezembro do ano passado, disse ter tomado conhecimento de que a bancária tinha uma relação homossexual. Em janeiro, quis saber se, nesta relação, ela era “o homem ou a mulher”.

Márcia não respondeu, mas sentiu-se revoltada com o assédio e a intromissão em assuntos pessoais, já que ao gerente cabia, apenas, discutir questões profissionais e não às relativas à intimidade de seus subordinados. Mas a pressão não parou por aí. Ela revelou que, em março, Ribeiro a convocou para uma nova conversa em que perguntou por que Márcia movimentava valores acima do seu salário na conta corrente. Márcia questionou a atitude, mas Ribeiro afirmou que, como gerente, tinha o direito de entrar na conta da funcionária sem configurar quebra de sigilo. Márcia explicou que a conta tinha aqueles valores porque recebia depósitos de sua companheira e era usada para pagar as despesas do casal.

Mais assédio

Apesar das explicações, o gerente insinuou que “talvez” ela fosse “convocada pela Inspetoria do banco” para esclarecer os motivos da movimentação, o que se confirmou no início de abril. À Inspetoria, Márcia deu as mesmas explicações e recebeu a informação de que o gerente tinha o direito de ter acesso à conta do funcionário, caso ele estivesse endividado, o que não era o caso. A Inspetoria acrescentou que foi o próprio Ribeiro quem pediu a convocação da bancária.

Mais uma vez Márcia passou pelo constrangimento de ter de falar sobre sua relação pessoal a um estranho para explicar a movimentação da conta. A Inspetoria pediu que ela escrevesse uma carta relatando o caso para ser encaminhada ao superintendente da região, Wagner Dionísio. Era uma quinta-feira, 1º de abril. Nada ficou provado contra ela. Mesmo assim, no dia 26, Márcia foi demitida sumariamente. O comunicado de dispensa não trouxe o motivo. O gerente alegou ter sido por “contenção de despesa”.

Revolta na agência

Mais uma prova de que o Itaú Unibanco agiu de forma discriminatória ao demitir a bancária foi que a resposta ao pedido feito por Márcia de inclusão de sua companheira no plano de saúde foi sendo postergada, com solicitações de envio de cada vez mais documentos, até ela ser desligada do banco.

A demissão de Márcia causou comoção em toda a agência, pela truculência e o desrespeito e porque ela era muito querida por todos. Causou mais revolta, ainda, porque foi imposta por um gerente acusado de assediar os funcionários, inclusive, as mulheres, sexualmente. Cesar Ribeiro chegou a instituir o prêmio destaque do mês que consistia em um almoço com ele. Em um caso emblemático de desumanidade, proibiu que qualquer um da agência acompanhasse ao hospital o bancário Patrick José, que estava enfartando devido às seguidas cobranças do gerente.

Sindicato exige reintegração

Para o Sindicato, este caso é uma comprovação da homofobia, que é crime, por parte do Itaú Unibanco. “Vamos exigir o cancelamento da demissão. Não dá para admitir que o Itaú faça discurso de que possui compromisso social e tenha capatazes que tratam bancários e bancárias desta maneira”, afirmou o diretor do Sindicato Ronald Carvalhosa. E avisou: “Ou reintegra a bancária ou ficará claro que a homofobia deste gerente é uma política institucional da empresa”.

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Jennifer LaPenta, de 19 anos, passou um dia na cadeia.
‘Eu tenho vagina. Então, eu faço as regras’, dizia mensagem na camiseta.

A norte-americana Jennifer LaPenta, de 19 anos, foi presa por desacato em Round Lake Park, no estado de Illinois (EUA), depois que a juíza Helen Rozenberg considerou ofensiva a camiseta usada pela jovem durante um julgamento, segundo o jornal Chicago Sun-Times.

Jennifer, que tinha ido ao tribunal acompanhar o julgamento de um amigo, passou um dia na cadeia, porque estava usando uma camiseta que trazia a seguinte mensagem: ?Eu tenho vagina. Então, eu faço as regras?.

A juíza perguntou para a jovem se ela achava que sua camisa era adequada. Jennifer argumentou que seria inapropriada se ela estivesse participando do julgamento. A jovem deixou a cadeia do condado de Lake na terça-feira e criticou a decisão da magistrada.

Segundo ela, a Justiça deveria prender pessoas que estão infringindo a lei, e não por causa de uma camiseta. Jennifer contou que foi até o tribunal usando a peça polêmica, porque um amigo que participaria da audiência lhe pediu uma carona.

Do G1.

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VI Senale - Recife.

Nos próximos dias 07 a 11 de maio, em Porto Velho acontecerá o VII SENALE, este evento de âmbito Nacional, tem por finalidade reunir e capacitar lideranças de todo o território nacional além de promover o debate sobre as especificidades desta parcela da população brasileira, entre os temas estão: combate a violência, racismo e machismo, além de educação, saúde e cultura.  Esses debates visam contribuir na construção de políticas públicas para esta população.

Mulheres lésbicas e bissexuais reuniram-se pela primeira vez em 1996, na cidade do Rio de Janeiro, onde se estabeleceu o 29 de agosto como dia nacional da visibilidade lésbica, depois em 1997, na cidade de Salvador\BA; em 1998 – Betim\ Minas Gerais; em 2001 – Aquiráz\CE;em 2003 – São Paulo; 2006 – Recife\PE.

Agora inusitadamente, em Porto Velho\RO. O que se pode considerar uma característica deste Estado, em se tratando de região norte, em 1996 realizou-se nesta capital o 1º encontro de lésbicas e mulheres bissexuais da região norte, que contou com a participação de representantes dos sete Estados da região norte, em 2008, houve a execução do Projeto SOMO-LÉS\Norte, que promoveu a capacitação de lésbicas e mulheres bissexuais em Advocacy, Organização institucional e interação com o movimento nacional, e em 2009 houve o Encontro Estadual de lésbica e mulheres bissexuais de Rondônia, além de duas caminhadas de mulheres que amam mulheres.

O VII SENALE tem como temário “unificação, Fortalecimento e visibilidade”, é uma realização da Universidade Federal de Rondônia e conta com o apóio da Secretaria Estadual de Ação Social do Estado de Rondônia; Fundação Cultural Iaripuna; Ministério da Saúde, Secretaria Especial de promoção da igualdade racial e outros partícipes. Com o financiamento da Secretaria de Direitos Humanos da presidência da República e da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres e a execução do Centro de Estudos e pesquisas Jurídicas da Amazônia – CEJAM e a Comissão Porto Diversidade.

Este temário vem da necessidade de visibilizar esta população, que no real, é  negado o seu reconhecimento como cidadã, em todos os âmbitos no que se refere à gestão pública, seja na saúde, na educação, justiça, enfim não há uma preocupação com esta população brasileira, eventos assim  aproximam e  fortalecem,  movimentos transformadores que buscam uma sociedade mais justa, sem machismo, sem racismo, sem lesbofobia e mais igualitária. O cotidiano e a educação preconceituosa e racista predominante em nossa sociedade constroem estigmas cruéis e condicionantes. O estigma se constitui como uma das mais significativas formas de violação dos direitos humanos das mulheres no Brasil. Para a população de lésbicas e mulheres bissexuais, o estigma tem se tornado um vilão, que não só invisibiliza essas mulheres, mas que principalmente, é uma das principais causas de violência. Segundo dados da Anistia Internacional (2006), lésbicas e mulheres bissexuais são as que mais sofrem violência no mundo, pois associa gênero com orientação sexual. E com base no acima exposto a partir desta sexta feira o Brasil estará reunido em Porto Velho e discutindo Políticas Públicas e dando visibilidade a lésbicas e mulheres bissexuais, mais uma vez, esta capital e este Estado prova pra o resto do País que é sensibilizado e busca a implantação da política de direitos humanos, para juntos construirmos a sociedade rondoniense sem estigmas, sem opressões, com liberdade valorizando a democracia e estabelecendo a cidadania de todos e de todas.

Do blog http://senale.wordpress.com/

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